DICAS PARA DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL

Como desenvolver minha carreira profissional?

A carreira profissional não está mais sob a responsabilidade da empresa, onde ela define e investe no futuro de seu colaborador.

Temos que assumir a responsabilidade pelo nosso desenvolvimento, definindo que caminhos queremos seguir na organização.

Não podemos mais depender somente das iniciativas elaboradas pelo departamento de treinamento ou de projetos por elas elaborados.

Precisamos planejar e escolher que estratégia adotaremos para um crescimento contínuo e sustentado da nossa carreira.

Conhecer, compreender e desenvolver nosso potencial e habilidades. Investir nelas.

Infelizmente o tempo em que fazer uma faculdade, realizar os treinamentos e palestras da empresa já era suficiente para construir uma carreira de sucesso já acabou, na maioria das empresas

Por onde olhamos tem tecnologia. Todas as profissões incorporaram a tecnologia.

Estamos na era tecnológica, que transformou grande parte dos empregos.

Temos a inteligência artificial, onde o ChatGPT é a estrela da vez.

Sistemas informatizados cada vez mais eficientes e eficazes, estruturas organizacionais cada vez mais enxutas, formas de trabalho flexíveis e produtivas.

Diante de tantas transformações precisamos assumir nossas escolhas profissionais e dedicar-se cada vez mais ao desenvolvimento profissional.

Essa dedicação será nossa vantagem competitiva, nosso “bilhete azul”, para pertencer a esse mercado de trabalho cada vez mais exigente e com menos oportunidades de trabalho.

Segue algumas dicas que acho importante além do habitual profissionalismo e comprometimento com a empresa:

  • Tenha claro sua proposta de valor.
  • Desenvolva novas habilidades alinhadas ao mercado de trabalho;
  • Construa relacionamentos saudáveis e networking na empresa onde trabalha e com profissionais do segmento onde atue ou deseje atuar;
  • Cuide de sua imagem pessoal e demonstre autoridade na profissão que atue;
  • Atualize-se constantemente, adote o aprendizado contínuo, – lifelong learning em áreas de interesse da sua empresa e de seu interesse profissional e pessoal;
  • Cuide de sua saúde mental, prevenindo estresse e doenças emocionais ligadas ao trabalho. Será sua saúde que o ajudará a realizar todas as outras dicas.

Certamente com essa visão de desenvolvimento profissional você poderá competir de igual para igual com os concorrentes na empresa e no mercado de trabalho.

A área de recursos humanos “vê com bons olhos” profissionais que são responsáveis por suas carreiras e conquistas, que não dependam das iniciativas organizacionais para alavancar suas carreiras.

Afinal empregos não são eternos, mas carreiras sólidas, amparadas em sólido conhecimento e práticas constantemente atualizadas, deixam grandes legados.

Gostou do tema, tem dicas, opiniões e experiências a contribuir com o assunto, deixe nos comentários ou entre em contato comigo nas redes sociais.

Arnaldo Pereira dos Santos

NOVAS REGRAS DA APOSENTADORIA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL PARA 2024

Conhecer as regras da previdência social ajuda a entender como podemos usufruir melhor os benefícios oferecidos para o segurado. Quando iniciamos nossa vida profissional somos filiados à previdência social como segurados. Somos descontados mensalmente para a previdência social e com isso ficamos cobertos contra acidente do trabalho, afastamento por motivo de saúde e determinadas doenças, caso nos afastemos do trabalho.

Em razão de toda essa importância e também lecionar sobre o assunto, resolvi escrever sobre o tema e informar sobre o que a lei oferece aos segurados da previdência social, em especial com informações sobre as atualizações que ocorrerão em 2024.

FINALIDADE DA PREVIDÊNCIA SOCIAL

Uma das finalidades da previdência social é a de apoiar o segurado e ampará-lo quando decidir parar de trabalhar, proporcionando uma velhice digna ao segurado

O SISTEMA PREVIDENCIARIO BRASILEIRO

O sistema previdenciário brasileiro é considerado universal, onde os participantes ingressam como segurados no momento em que iniciam a trabalhar no primeiro emprego, e também quando decidem empreender, seja como sócios ou autônomos. É garantido também ao desempregado a oportunidade de participar como facultativos, recolhendo as contribuições de forma espontânea e mensal.

A previdência é organizada pelo sistema Do Regime Geral de Previdência Social e pelo Regime Próprio de Previdência Social. Nesse texto abordarei o Regime Geral de Previdência Social, onde as contribuições para o INSS – Instituto Nacional de Seguro Social, é responsável pelas aposentadorias e benefícios concedidos aos empregados e trabalhadores da iniciativa privada, entre outras categorias profissionais.

Também temos o Regime de Contribuição oferecido ao sistema público, nas esferas federais, estaduais e municipais, cada um com seu próprio regulamento e estrutura.

SEGURADO

É considerado segurado todos os participantes contribuintes ao sistema previdenciário, que pode ter dependentes conforme critérios específicos.

TIPOS DE SEGURADO

Contribuinte Obrigatório: Empregados da iniciativa privada, empresas de economia mista, equiparados, empregados domésticos.

Contribuinte Facultativo: desempregado, donas de casa, estagiário.

Contribuintes especiais: Segurado pessoa física residente no imóvel rural , que exerça a atividade individualmente ou em regime de economia familiar, arrendatário, pescador artesanal ou assemelhados, conforme Regulamento da Previdência Social.

QUALIDADE DE SEGURADO

A qualidade de segurado é obtida a partir da contribuição previdenciária devidamente recolhida ao INSS.

Além da qualidade de segurado, deve ocorrer também a Carência, que significa o número mínimo de contribuições efetuadas pelo segurado para obter determinado benefício. Cada benefício oferecido pelo INSS tem uma determinada quantidade de contribuições necessária.

CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIARIAS

As empresas em geral devem contribuir para a previdência social tendo como base de cálculo os salários de contribuição da folha de pagamento mensal. Existem benefícios fiscais, classificação econômica e também incentivos oferecidos pelo governo que podem alterar a forma de contribuição das empresas. Não abordaremos essas questões nesse momento.

Os empregados e demais segurados obrigatórios e facultativos precisam também contribuir para ter acesso aos benefícios oferecidos pela previdência social.

A forma mais comum é a utilização da tabela mensal de contribuição, publicada pelo INSS.

BENEFÍCIOS OFERECIDOS PELA PREVIDDÊNCIA SOCIAL

A previdência social oferece aos participantes do sistema previdenciário benefícios que podem ser solicitadas determinadas quantidades de contribuições consecutivas pelos segurados, segundo critérios de elegibilidade para cada benefício.

Podemos classificar os benefícios como benefícios temporários e benefícios definitivos

BENEFÍCIOS TEMPORÁRIOS

Auxílio – Doença

Auxílio – Acidente

Salário – Maternidade

Auxílio – Reclusão

Salário – Família

BENEFÍCIOS DEFINITIVOS

Aposentadoria por Idade

Aposentadoria Especial

Aposentadoria do Professor

Aposentadoria por Invalidez

Aposentadoria da Pessoa Deficiente por Idade

Aposentadoria da Pessoa Deficiente por Tempo de Contribuição

Aposentadoria por Tempo de Contribuição

Pensão por Morte

OUTROS DIREITOS DO SEGURADO

Certidão de Tempo de Contribuição

Revisão do Benefício

Recurso em razão de benefício indeferido

Isenção do Importo de Renda para Segurado com Doença Grave

Empréstimo Consignado

25% de Adicional ao valor do benefício para o aposentado na modalidade aposentadoria por invalidez

REFORMA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL

A aposentadoria por tempo de contribuição teve mudanças provocadas pela Reforma da Previdência Social ocorrida em 13 de novembro de 2019!

Foram criadas as regras de transição para essa modalidade de aposentadoria, que tornaram a aposentadoria por tempo de contribuição mais difícil, acrescentando mais tempo de contribuição para poder se aposentar, além de vincular, em algumas situações, a necessidade de se atingir uma idade mínima.

A reforma criou 4 regras de transição, que funcionam como uma espécie de pedágio:

– Pedágio 50%

A regra de transição – Pedágio 50% – é regulada pelo Artigo 17 da Emenda Constitucional 103/2019. Para se enquadrar nesta regra, além do segurado precisar ter seu primeiro vínculo antes de 13/11/2019, deverá possuir nessa data o tempo de menos de 33 anos de tempo de contribuição – HOMEM e de menos de 28 anos de tempo de contribuição – HOMEM. AO tempo faltante acrescenta-se o percentual de 50% . do tempo faltante.

– Pedágio 100%

A regra de transição – Pedágio 100% – é regulada pelo Artigo 20 da Emenda Constitucional 103/2019. Para se enquadrar nesta regra, além do segurado precisar ter seu primeiro vínculo antes de 13/11/2019, deverá cumprir os seguintes critérios.

Homem – idade mínima de 60 anos e 35 anos de tempo de contribuição

Mulher – Idade Mínima de 57 anos de tempo de contribuição

Na data de 13/11/2019 se possuir menos de 33 anos de tempo de contribuição – HOMEM e de menos de 28 anos de tempo de contribuição – MULHER, será acrescido ao tempo faltante o percentual de 100%  do tempo faltante..

– Regra de Transição Idade Mínima Progressiva

A regra de transição – Idade Mínima Progressiva – é regulada pelo Artigo 16 da Emenda Constitucional 103/2019. Para se enquadrar nesta regra, além do segurado precisar ter seu primeiro vínculo antes de 13/11/2019, precisará completar 35 anos de contribuição – HOMEM , 30 anos de contribuição mulher, e em 2024 ter a idade de 63 anos e seis meses – HOMEM e 58 anos e seis meses – MULHER

– Regra de Pontos – 85/95 Pontos

A regra de transição – Pedágio 100% – é regulada pelo Artigo 15 da Emenda Constitucional 103/2019. Para se enquadrar nesta regra, além do segurado precisar ter seu primeiro vínculo antes de 13/11/2019, deverá cumprir os seguintes critérios:

Para 2024 a regra de transição idade mínima determina:

Homem – 63 anos e 6 meses + 35 anos de contribuição

Mulher – 58 anos e meio + 30 anos de contribuição

Regra de Pontos para 2024 determina:

Homem – 101 Pontos (Idade + tempo de contribuição)

Mulher – 91 Pontos (Idade + tempo de contribuição)

Para você ter maiores detalhes e informações existem alguns canais de contato que você pode acessar; São eles:

GOV.BR

MEUINSS

TELEFONE 135

Site Simples/MEI

AGÊNCIAS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL (em todo Brasil)

JUSTIÇA FEDERAL – (Tribunais Regionais Federais)

JUIZADO ESPECIAL PREVIDENCIARIO – (Na Jurisdição da sua cidade)

Saiba mais Meu benefício foi indeferido E Agora?

Link do Vídeo: https://youtu.be/cIBs_Y2YcPA

A pandemia e as perspectivas de aprendizagem

A pandemia da COVID-19 fez os professores se reinventar para poder dar aula Ao Vivo On Line

O momento atual é de muita reflexão a respeito das consequências da paralização das aulas presenciais, em razão da pandemia do COVID-19.

O modelo de aula presencial que imperou até março de 2020 previa salas de aulas com numerosos alunos, lousa, recursos didáticos e um professor.

Nesse modelo o professor era o centro das atenções, protagonista, detentor do saber.

Podemos ilustrar várias salas de aula pelo Brasil afora, que mesmo com recursos tecnológicos que favoreciam o compartilhamento de aprendizado, que estimulavam a participação do aluno, o professor continuava como mediador desse aprendizado.

Estratégias como as metodologias ativas, o aprendizado colaborativo, buscavam tornar o aluno protagonista, um agente de aprendizagem também.

A sala de aula começou a transformar-se num local de troca de experiências, de aprendizado. O professor nesse novo papel, mediava essa relação e buscava torná-la produtiva, estimulante e desafiadora.

Pude observar ao longo dos últimos anos o avanço dessa transformação. Junto conosco professores, os recursos tecnológicos estavam entrando em sala de aula.

Cabe meu depoimento sobre o tema central para que eu fale um pouco a respeito da minha história.

Quando fui aluno do ensino superior na década de 1980 não existia celular, internet, mecanismos de busca, redes sociais.

Na década de 1980 nem se imaginava sobre essas questões e equipamentos no nosso pais.

Quando eu preparava meu trabalho acadêmico, ia até a biblioteca da faculdade ou em outra biblioteca da cidade de São Paulo, escolhia os livros que me interessava e transcrevia trechos de textos que tinham relação com minha pesquisa.

Quando precisava ampliar meu conhecimento sobre determinado assunto eu lia um livro, comprava uma apostila ou tirava copia do capítulo que me interessava.

Feitas as considerações, o meu “parênteses” sobre assunto, na sala de aula que lecionei ultimamente tinham pelo menos 32 computadores, Datashow e internet disponível para acesso dos alunos via celular.

Quer dizer, estamos falando de uma evolução que acompanhei por cerca de 35 anos. E para mim tudo isso é espantoso, pois significa mais recursos de apoio à aprendizagem de nossos alunos do ensino superior.

Não estou aqui entrando no mérito de ensino fundamental e médio, que certamente estão num outro momento dessa evolução.

Tenho percebido que mesmo com o aumento da tecnologia disponível para aprendizagem de nossos alunos, os resultados deixavam um pouco a desejar.

A possibilidade de consultar os mecanismos de busca para obter respostas, a questão de que quaisquer assuntos tratados em sala de aula em segundos poderiam ser checados, confrontados na internet, ao invés de estimular o aluno a aprender, estava o tornando displicente, acomodado e dependente da tecnologia para obter a informação.

Durante as aulas percebia que poucos tinham a curiosidade de checar a informação, de obter outras fontes para comparar os resultados. Nas questões ligadas a cálculos, tudo era resolvido com calculadoras, aplicativos, sistemas informatizados.

Lecionei matérias de aplicação prática como cálculos trabalhistas, custo de folha de pagamento.

Quando ia detalhar os cálculos e explicar sua importância, era frequente algum aluno fazer a seguinte pergunta:

 – Professor para que o  senhor está ensinando isso se a internet já fornece os cálculos prontos, de forma rápida, segura e confiável?

Quando escutava essa pergunta fazia uma breve avaliação da resposta que ia dar, mas antes meu pensamento dizia:

– Puxa vida, será que todos os anos que trabalhei executando esses cálculos foram em vão? Será que o trabalho que realizei será totalmente substituído por sistemas inteligentes de folha de pagamento? Será que o aluno está certo e esse ensinamento tornou-se obsoleto e descartável?

Bom, depois de todas essas reflexões eu respondia:

– O funcionário que tem dúvida de seu holerite de pagamento, não vai tirar a dúvida com a máquina.

Vai tirar com você?

Você sabe explicar o holerite de pagamento para seu funcionário?

A minha resposta normalmente deixava o aluno em silencio, pois certamente ele temia que eu pedisse para que ele explicasse a resolução do cálculo na lousa. E infelizmente ele não sabia explicar mesmo!

E eu seguia em frente com minha aula, para quem tinha interesse, para quem tinha dúvidas, para quem queria aproveitar ao máximo o conhecimento que eu tinha sobre o tema, e certamente aumentar seu conhecimento e buscar desenvolver-se na área, para concorrer a vaga de emprego, numa das áreas que mais tem oportunidades de emprego e bons salários.

Querido leitor, toda essa explicação e relato para te dar a dimensão de uma aula, um tema que abordei em sala de aula e que teve uma adesão mediana, satisfatória e que pude atuar para aumentar o engajamento e participação na aula.

Nesse semestre me deparei com esse problema nas aulas ao vivo e on line. Agora você imagina eu explicando esse mesmo tema pelo celular, distante, falando de coisas complexas e de difícil compreensão!

Tive poucos meses de experiência nessa transição. Lecionei somente por um semestre as aulas ao vivo e on line.

Tive essa dificuldade que te relatei, e pior, tive nas 4 salas que lecionei.

Precisei me reinventar para criar uma solução diferente para cada sala. Precisei em algumas dessas salas utilizar 2, 3 datas para explicar o que numa sala presencial conseguiria fazer em uma aula.

Agora fico pensando: Como os professores pelo Brasil afora estão lidando com o ensino on line ao vivo. Como os alunos estão assimilando assuntos de diferentes complexidades? Como os alunos estão mantendo seu nível de motivação e engajamento para superar essas dificuldades todas?

São muitas as dúvidas, é algo muito novo, está em construção!

As partes envolvidas estão aprendendo a lidar com tudo isso!

Tomando como parâmetro o momento atual, onde o semestre letivo de 2020 está encerrando, onde pandemia no Brasil está com cerca de 160 mil mortos, onde as eleições para prefeitos e vereadores estão para ocorrer.

O pronunciamento recente do MEC aponta que as aulas ao vivo e on line estão equiparadas ao ensino presencial e podem ser aplicadas até fim de 2021, o que esperar da aprendizagem nesse momento de pandemia?

Sinceramente eu não tenho essas respostas, mas como profissional da educação tenho muitas dúvidas sobre o cenário da educação nos próximos anos.

Gostou do tema, tem as mesmas dúvidas que eu, quer participar do debate sobre esse tema?

Comente, compartilhe, tire suas dúvidas. Sua participação pode ajudar a construir uma educação pós pandemia mais participativa e adequada a sua realidade.

Arnaldo Pereira dos Santos

Psicólogo

Formação Continuada e o pós – pandemia

Recentemente participei de um curso gratuíto promovido pelo PUCRS ministrado por uma dupla de profissionais do mais alto gabarito, Leandro Karnal e Maria Luiza Trajano! Os dois dispensam comentários, são ícones na area que atuam!

O curso foi on line e teve o conteúdo ministrado por vídeoaulas, uma tendência que veio para ficar, quando tudo passar.

Achei muito interessante a abordagem sobre as tendências pós pandemia! Me chamou a atenção quando foi tratado a questão da Formação Continuada!

Em muitas aulas que lecionei para diversos cursos na Universidade, tratei desse tema, mas principalmente como sendo um diferencial competitivo, um destaque que o profissional poderia ter em suas qualificações.

Porém os dados trazidos, e também pesquisas que fiz posteriormente, textos que tenho lido nas redes sociais, artigos publicados em renomadas revistas, mostram que essa questão, a Formação Continuada, será uma espécie de pré-requisito para que a carreira do profissional seja bem-sucedida.

Se antes essa formação continuada poderia abranger cursos de uma trilha do conhecimento de uma mesma área, por exemplo finanças, agora essa formação pode ser diversificada, variada, envolvendo vários saberes, vários campos do conhecimento.

A nova linha do pensamento para a continuação dos estudos pode ser ampla, abrangente, direcionada aos interesses do indivíduo, e não somente a tarefa que realiza, o cargo que ocupa.

Podemos por exemplo ter um indivíduo que trabalha na área da saúde, tem interesse e habilidades de gestão e gosta muito de fotografia e vídeos!

Com a questão do pós pandemia esse indivíduo pode vir a fazer uma pós graduação em Gestão Hospitalar, cursos livres de fotografia, edição de fotos, aperfeiçoamente na utilização de cameras fotográficas. Indo além, esse profissional pode gravar vídeos sobre cuidados com a saúde, autocuidado, cuido com jovens e adolescentes, enfim essa trilha fica rica, intensa, diversificada, voltada para o desenvovimento holístico do indivíduo.

Isso é uma quebra de paradigma, pois a visão anterior compartilhava, aprofundava um determinado conhecimento. A atual, pelo contrário, mostra que o indivíduo pode ter um desenvolvimento abrangendo novas capacidades, novas competências, que podem ser transversais, complementares, interligadas.

Acredito que ao estimular a Formação Continuada ligada aos interesses do indivíduo, isso poderá animar, motivar, desenvolver melhor o indivíduo.

Será inegável o estímulo a outras áreas do cerebro, aumentar a inteligência emocional, favorecer o aprendizado colaborativo, tornar os ganhos de aprendizagem ainda mais potencializados!

Eu mesmo com a questão de atuar com a área da saúde, educação, gestão, vejo possibilidades de aprender em atividades que gosto muito como viagens, jardinagem, gastronomia informática. Gostei muito das dicas e das pesquisas que realizei!

Se antes já era um entusiasta da formação continuada, pretendo me capacitar cada vez mais, investindo no desenvolvimento de novas capacidades e competências!

Gostou do assunto, quer se desenvolver na sua área e em outras que tem interesse, deixe seu comentário, sugestão e opinião!

Arnaldo Pereira dos Santos

Psicólogo e Profissional de Recursos Humanos

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A rotina profissional na flexibilização da quarentena provocada pela COVID-19

Já escrevi vários artigos sobre a pandemia, o home office, sindrome de burnout, empregabilidade na pandemia. hoje me deu vontade de escrever novamente. Um assunto que tem provocado sentimentos dos mais variados, e que no meu caso, estravasam por meio da escrita, do desabafo!

Nesse momento que escrevo essa postagem, que pode ser muito tempo depois para você que lê, estamos em plena retomada das atividades profissionais, da reabertura de diversos estabelecimentos, em razão da diminuição do número de infectados pela COVID-19 e também número de internações e mortes da cidade de São Paulo.

Confesso que nesses últimos meses tenho ficado muito preocupado com as aglomerações , cada vez mais intensas e constantes.

No feriado de 7 de setembro o que se viu foram estradas cheias, praias lotadas, shopping centers movimentados, bares e lanchonetes com movimento intenso!

Tudo isso contrariando as recomendações dos especialistas, as leis em vigor, os protocolos de distanciamento social e higiene!

Temos visto também discussões sobre a liberação do retorno às aulas, que ainda não foi decidido, ainda depende da evolução determinada pelo governo de estado e prefeitura da cidade de São Paulo.

Descrevo todo esse momento para que tenhamos um contexto desse mês de setembro!

Tenho lido e assistido reportagens sobre a reabertura das atividades em diversos lugares do país! Minha percepção é de que mesmo as autoridades tendo liberado a reabertura de praticamente todas as atividades, a retomada está lenta , e parte da população insegura sobre as condições sanitárias e de segurança.

Está difícil retomar a nossa rotina, voltar ao que era antes da pandemia!

Percebo que essa dificuldade é de muita gente! Vejo parte da população ainda sem as condições financeiras existentes antes da pandemia, e porisso não conseguem ter suas rotinas de volta.

Vale lembrar que desde o início da pandemia, com a edição de leis específicas, diminuição do ritmo da economia, milhões de trabalhadores perderam o emprego, milhões tiveram redução de carga horária e outros milhões, tiveram seu contrato de trabalho suspenso.

Para muitos cidadãos, foi liberado um auxílio emergencial de R$600,00, liberado o FGTS, liberado as parcelas do seguro-desemprego.

Mas pelo que percebo esses auxílios tem sido suficientes somente para garantir a alimentação, pequenas despesas e pagamento de compromissos. Manter o mínimo de sustento das famílias!!!

Mas nada que seja suficiente para movimentar a economia do jeito que era antes.

Que sustentasse o consumo e o comércio, indústria e serviços.

Essa questão precisa ser analisada também na outra ponta, os efeitos dessa crise nunca antes vista.

O empresário, o comerciante, o empreendedor!

Com diminuição de vendas, como o comerciante garantirá o pagamento de salários, impostos, capital de giro?

Sem dinheiro, como a roda da economia vai girar?

Uma possibilidade é o aumento da oferta de crédito, que foi prometida pelo poder público, mas que está demorando para chegar onde precisa, no empresário.

Burocracia, falta de garantias, desinformação!

Tudo está travando a chegada do dinheiro!

Os empresários reclamaram, vamos ver como será o desfecho!

Portanto a pandemia fez estragos dos dois lados empregado e empresa!

E a retomada está sendo um desafio nunca antes registrado em nossa história!

Como retomar a rotina de nossas vidas?

Vejo que não tem receita pronta!

Vejo que experiências anteriores não garantem sucesso nessa nova realidade.

No meu caso o que pretendo adotar em minha rotina:

  • busca pela capacitação, autocuidado;
  • equilíbrio entre saúde física e mental;
  • ficar antenado com os caminhos da economia, da sociedade e do encaminhamento da busca por vacina contra o COVID-19.

E se eu for perguntado sobre o que eu aprendi com a quarentena imposta pela COVID-19 eu direi

  • Valorizar cada dia vivido!
  • Cuidado com a saúde!
  • Aprender uma coisa nova todo dia!
  • Lidar com a tecnologia
  • Não desperdiçar meu tempo!
  • Amar ao próximo acima de todas as coisa!

Talvez quando eu ler novamente essa postagem eu veja o quanto foi difícil superar cada um dos obstáculos que esses pouco mais de 6 meses impuseram em minha rotina de vida!

E ver também que foram utilizados forças, competências e energias que nem sabia que eu tinha!

E você? Como a pandemia afetou sua rotina pessoal e profissional?

Arnaldo Pereira dos Santos

Psicologo

O Trabalho Temporário e o Mercado de Trabalho no Pós-Pandemia

O ano de 2020 está bem atípico, principalmente pela pandemia do COVID-19 que levou o país a decretar estado de emergência, e em março iniciar a quarentena, que manteve em funcionamento somente as atividades essenciais.

Passados vários meses e com a retomada das atividades econômicas reaquecendo o mercado de trabalho, surge a necessidade de contratação de mão de obra.

Acontece que o futuro está incerto e vários são os cenários que podem ocorrer! Os empresários precisam de alternativas para contratação e os trabalhadores precisam recuperar a capacidade de emprego e renda.

Surge então a possibilidade de se contratar pela modalidade de Trabalho Temporário, uma solução que para esse momento pode ser bastante interessante.

Com a alterações ocorridas em 2017, um trabalhador pode prestar serviços a uma empresa por seis meses, com possibilidade de renovação por mais noventa dias!

O trabalhador que optar por essa modalidade de contrato, terá as mesmas condições de um empregado efetivo, exceto em razão de alguns direitos trabalhistas exclusivos dos empregados CLT.

Para o empregador aderir a essa modalidade requer firmar um contrato de prestação de serviço com Agências de Empregos de Mão – de obra, que deverão fazer a gestão do contrato dos trabalhadores que prestam serviço!

Essa questão traz uma tranquilidade ao empregador, que manterá os trabalhadores temporários pelo período que o trabalho extraordinário durar!

Como exemplo posso citar a necessidade que as lojas de brinquedos terão para as vendas desse Dia das Crianças!

A indústria produzirá mais brinquedos, as lojas terão mais produtos, o consumidor fará seus pedidos tantos nas lojas virtuais quanto nas lojas físicas!

Para atender esse acréscimo de demanda, muitas empresas desse setor solicitarão para as agências de trabalho temporário funcionários extras que por um determinado período, trabalharão como temporários!

Esse tipo de contratação está com previsão de aumento de contratações para esse final de ano. Vale citar como fonte a Edição desse 19 de setembro de 2020 do Jornal GLOBONEWS, por volta das 9h45, onde o assunto é detalhado e números do primeiro semestre são apresentados.

No meu Canal do Youtube, publiquei um Vídeo sobre Trabalho Temporário!

Inscreva-se no Canal, compartilhe as informações, avalie a possibilidade de trabalhar como empregado temporário e dessa forma, poder ter emprego e renda!

Aguardo você em nosso Canal ArnaldoSantos

Abraço

Arnaldo Pereira dos Santos

Psicólogo e Profissional de Recursos Humanos

PERSPECTIVAS DE CARREIRA NA ÁREA DE RECURSOS HUMANOS NO PÓS-PANDEMIA

Desde março de 2020 estamos enfrentando vários desafios em nossa carreira.

O profissional de recursos humanos se deparou com a necessidade de se reinventar nesse contexto de pandemia.

Com o decreto de estado de emergência, o governo flexibilizou a aplicação da CLT nas condições de trabalho.

Com o decreto iniciou a quarentena em nosso país!

A quarentena impôs o isolamento social, que também trouxe a implantação do home office, ficando permitido o funcionamento somente das atividades essenciais!

Para se ter uma ideia, as empresas para sobreviver tiveram que implantar o home office, o e-commerce, delivery, entre outras medidas de isolamento social.

Na área de relações do trabalho foram editadas medidas para redução de carga horária e respectivo salário, suspensão do contrato de trabalho, permissão emergencial para o home office, entre outras menos impactantes como a antecipação de férias normais, férias coletivas, permissão de pagamento de verbas trabalhistas parceladas!

No âmbito de decisões organizacionais para enfrentar a pandemia as empresas tomaram algumas medidas:

– Liberaram de cumprir expedientes os seus empregados pertencentes ao grupo de risco;

– Providenciaram uma estrutura mínima de equipamentos e mobiliário para seus empregados trabalharem home office;

– Liberaram auxílios financeiros para os colaboradores suportarem os aumentos de custos com internet, eletricidade e atendimento de outras necessidades.

Foram muitos os relatos nas redes sociais de empresas que adquiriram mesas, cadeiras, computadores, materiais de escritórios para seus empregados, numa forma de incentivar e apoiar as atividades de home office.

Em grande parte, o RH auxiliou nessas demandas.

Analisando o papel do RH na pandemia, área por área, vemos que os profissionais de recursos humanos precisaram se reinventar, assumir um protagonismo nessa histórica mudança pela qual passamos na pandemia do COVID-19.

Com as medidas de isolamento social para enfrentamento da pandemia, vimos uma das maiores crises no mercado de trabalho!

Milhares de trabalhadores perderam emprego, tiveram sua carga horária reduzida ou seu contrato de trabalho suspenso!

A área de departamento pessoal ficou responsável pela operacionalização de contratos, cálculos rescisórios, adequação de sua folha de pagamento às regras criadas para pagamento de salários durante essas medidas emergenciais!

Como o departamento pessoal trabalhou!!!!

Ahhh, como se ele não trabalhasse, né?

Trabalhei em departamento pessoal e sei que trabalha muito, já tem muito tempo!!!!! Quem é da área de pessoal, sabe o que estou falando!!!!!!!

Na área de treinamento, foram necessárias reorganização de programas de treinamento, enfatizando os treinamentos ao vivo e, também palestras gravadas!

Ferramentas de videoconferência como ZOOM, SKYPE, GOOGLE MEET, MICROSOFT TEAMS, só para citar as mais comuns, foram utilizadas para treinar, interagir e integrar o colaborador nessa nova estrutura criada à distância, onde cada residência se tornou uma célula da empresa.

Existem relatos de que planos que estavam sendo estudados a mais de 2 anos, tiveram que sair do papel em cerca de um mês.

Ainda em relação a treinamentos e novas formas de se adquirir conhecimentos, as LIVES se proliferaram, com profissionais transmitindo conhecimentos e informações ao vivo pelas redes sociais, como FACEBOOK, INSTAGRAM E YOUTUBE.

Algumas empresas focaram em dar palestras de qualidade de vida a seus empregados. Muitos sentiram a mudança e precisaram de apoio emocional para suportar o trabalho à distância, a mudança brusca na rotina!

Uma outra tendência observada foi a utilização das LIVES!

Parece que surgiu a era das LIVES!!!!!

E muitos profissionais de Recursos Humanos incorporaram a utilização dessa estratégia em suas descrições de trabalhos.

A área de segurança do trabalho nunca teve em sua história tanta demanda para atender nas organizações!

A proteção de trabalhadores e clientes tornou-se prioridade máxima!

Protocolos de higiene agora se tornaram essenciais (ahh……. como se antes num fosse, num é meus amigos??)  

Equipamentos de proteção individuais, higienização, orientações, fiscalização, tudo agora ganhou grandes proporções!

Em todos os segmentos, em todos ramos de atividade!

Onde tiver um trabalhador atuando, terá uma regra de segurança a se seguida!

E todos, literalmente todos, estarão de olho!

Ninguém admitirá que um trabalhador, seja da indústria, do comércio ou de serviços, tenha em seus quadros empregados que adquiriram a COVID-19 em suas instalações, em seus restaurantes, ou em suas lojas.

Sem falar que essas regras de seguranças necessitam também ser seguidas por clientes, fornecedores e pessoas que se relacionem com a empresa.

Eu acredito que a área de segurança, no curto prazo, será a que mais demandará profissionais capacitados e atualizados com a regras de higiene e segurança do trabalho nesse novo normal.

Agora, o que falar da área de recrutamento e seleção de pessoal, num é? Bom eu entendo que essa atividade precisou quebrar seus paradigmas, rever suas normatizações e visões de mundo, para que se adaptasse a essa situação imposta pela quarentena.

Veja o que a área faz:

– Recebe os pedidos de abertura de vaga;

– Analisa perfil da vaga;

– Contata candidatos;

– Realiza os processos seletivos;

– Fecha a vaga com o candidato escolhido.

Durante décadas foi forma de se contratar um novo empregado!

As salas de espera, as salas de dinâmica, as salas de testes, as salas de entrevista!

Caros amigos, tudo isso era realizado presencialmente, olho no olho!

Com interação, relacionamento, e o famoso “olho no olho”!

Foi assim até março de 2020!

Mas precisou mudar!

Ou a mudança acontecia, ou as empresas ficariam sem a reposição de sua mão de obra para a operação!

Cabe aqui destacar a atuação do CRP (Conselho Regional de Psicologia), que flexibilizou algumas regras e procedimentos éticos em função da pandemia, para que entrevista, testes e outros procedimentos sob sua responsabilidade, tivessem a autorização de funcionar em regime on line, atendimentos a distância!

Com esse entrave solucionado, os profissionais precisaram começar a atuar com ferramentas de comunicação à distância!

Tornou-se rotina a realização de entrevista à distância, testes à distância, solicitação de videocurrículos!

Nos processos seletivos começaram a ser mais frequentes as reuniões virtuais com candidatos para realizar uma espécie de dinâmica de grupo virtual!

As decisões nessa área passaram a ter como base de dados impressões, análises, discussões, tudo a partir de um processo seletivo ancorado no virtual!

Essa foi breve descrição do que foi, do que está sendo atuar no RH das empresas nessa pandemia!

Como em todas as áreas, não existiu um manual, não teve uma experiência passada que pudesse servir totalmente de base para a tomada de decisões!

Agora, qual foi o índice de acerto e erro?

Que qualidade conseguiu atingir com o trabalho realizado?

Como se saíram os profissionais da área?

Talvez sejam perguntas que não tenham uma resposta imediata!

Pode ser que tenha variado de acordo com o segmento, com o porte da empresa, com o nível de flexibilidade das equipes de RH!

Mas uma coisa é certa!

Esse novo normal do RH terá que vir com um conjunto de novas competências, de novas posturas, para que atenda as demandas das novas relações de trabalho que se consolidaram com a pandemia da COVID-19.

E pensar que escutei de várias fontes que o home office era impraticável, que diminuía a produtividade, que não temos disciplina suficiente esse tipo de regime de trabalho.

Também escutei muita coisa contra a terapia on line, a telemedicina! E veio a pandemia e tivemos que engolir a seco essa descrença no trabalho associado a tecnologia e a autonomia!

Estamos criando uma nova cultura organizacional, e essa transição precisará ser provida de muita confiança, engajamento e comprometimento de todas as partes envolvidas.

A área de recursos humanos é fundamental para consolidar essa mudança, pavimentando o caminho para o pós-pandemia!

Participei de um curso bem interessante promovido pela PUCRS, ministrado por Leandro Karnal e Luiza Helena Trajano, totalmente On Line e extremamente atual.

Achei bem interessante uma informação de Karnal a respeito do ensino on line antes da pandemia. Karnal contou que uma tradicional faculdade de Israel não tinha em seus planos a aplicação do ensino on line. Seus Gestores eram terminantemente contra. Porém veio a pandemia e essa faculdade precisou implantar as aulas on line em poucos dias! Ou era isso, ou era a total inoperância da instituição, deixando milhares de alunos sem qualquer atividade acadêmica.

Agora contando um pouco do que Leandro Karnal e Maria Luiza Trajano trouxeram sobre dicas do “pós – pandemia”, relaciono algumas dicas, para os profissionais em geral, mas que ressalto essa atenção para os Profissionais de Recursos Humanos.

Para Leandro Karnal o pós-pandemia trará as seguintes necessidades:

– Aprender a fazer as coisas no jeito certo;

– Ter um projeto de vida;

– Desenvolver uma inquietação produtiva;

– Utilizar a resiliência e a capacidade de adaptação;

– Complementar a inteligência, com as características da Inteligência Emocional;

– Estar preparado para trabalhar autonomamente;

– Buscar uma curadoria cultural.

O pós – pandemia para Maria Luiza Trajano necessitará das seguintes características:

– Acredite ainda mais em você;

– Não critique as pessoas;

– Saiba qual é a sua missão de vida, qual sonho deseja concretizar;

– Tenha tempo para fazer as coisas que gosta;

– Faça as coisas com paixão;

– Se conheça e acima de tudo, seja você mesmo;

– Tenha fé;

– Ajude o próximo, é uma via de mão dupla.

“Nunca esqueça: Leve as pessoas ao máximo do seu potencial. Essa é a verdadeira Liderança!”  Maria Luiza Trajano

E assim eu encerro, trocando com você as experiências que acumulei como profissional de recursos humanos, de desenvolvimento de pessoal e de docência!

Para mim conhecer pessoas, desenvolver pessoas, acreditar nas pessoas, é que é o grande barato!

Não esqueça de compartilhar com seus amigos, e também de deixar seu comentário!

Arnaldo Pereira dos Santos

Psicólogo – Profissional de Recursos Humanos

COMO PROCURAR EMPREGO NO PÓS – PANDEMIA

Agosto chegou!

Mês tradicionalmente utilizado para a divulgação de Programas de Trainee, Programas de Estágio e também do início dos processos seletivos para as empresas começarem a completar seu quadro de pessoal buscando talentos no mercado.

Com a quarentena provocada pela Pandemia do COVID-19, algumas empresas estão até reavaliando seu planejamento para 2021 e redefinindo seu quadro de pessoal. Tem muita incerteza no mercado de trabalho!!!!

Mesmo assim não podemos deixar de lembrar que agosto também é o mês de reinício das aulas, depois das férias desse meio de ano!

Observo que a pandemia não está dando sinais de que vai acabar!  Nesse cenário de continuidade da pandemia, e também com os governos flexibilizando a quarentena, a atividade econômica começa a retomar seu funcionamento normal!

Durante esse período de isolamento, muita coisa no RH mudou, em especial nos processos seletivos! Nessa reinvenção do RH, vários processos de trabalho precisaram se modernizar.

O recrutamento intensificou a utilização de suas bases digitais. O candidato para ter acesso à vaga precisa estar cadastrado no site da empresa (Trabalhe Conosco).

Além de se cadastrar nos sites da empresa, o candidato precisa também estar com seu currículo em sites especializados em banco de dados de Candidatos, como a Catho , a Infojobs, o Vagas.com, o Currículun.com.

De um tempo para cá os selecionadores buscam candidatos informando a palavra-chave principal do cargo. Com o auxílio de inteligência artificial, buscadores refinados, e outras ferramentas especializadas desenvolvidas para esse fim, capturam os currículos de candidatos com perfil mais adequado à vaga.

Além dessa forma de selecionar candidatos, a área de recrutamento também utiliza de fontes de recrutamento ligadas à redes sociais, como o Linkedin e os grupos de Whattsap.

Tem destacada importância também nesse momento os cursos de formação e especialização, que também se tornam importante forma de recrutamento de potenciais candidatos.

Ahhh, o R H implantou novidades na área de seleção! Grande número de empresas automatizou e também implantou seleção à distância, pois o isolamento social limitou a possibilidade dos candidatos deslocarem-se até a sede da empresa.

A seleção começou a ser feita totalmente On Line. Começaram a ser solicitados vídeocurrículos, entrevistas On Line por sistemas de videoconferência começaram a ser realizadas! O CRP liberou em caráter de emergência, os testes de seleção On Line. Todas essas novidades vieram cercadas de procedimentos, protocolos e cuidados éticos para preservar o candidato que se submete a esses processos seletivos.

Quanta novidade num é mesmo?

Poxa Arnaldo, mas só agora, cinco meses depois você solta esse post!!!!

Se soubesse disso lá para março ou abril, já estaria empregado, pois fiz esses processos seletivos e não passei!

O que você recomenda Arnaldo?

Pois é meu querido candidato! As coisas são assim mesmo! Somos pegos de surpresa.

Mas eu devolvo a pergunta: Como você pode se preparar para os novos tipos de processo seletivo adotados no pós-pandemia?

Não tenho uma receita de bolo para você, mas acredito que possam ser seguidos os seguintes caminhos:

– Ter um perfil atualizado nas redes sociais, principalmente no Linkedin;

– Inscrever-se e participar de grupos de profissionais no Whattsap;

– Cadastrar-se no “Trabalhe Conosco” de empresas que você considera referência e que podem vir a precisar de profissionais com suas características e experiências;

– Preparar um vídeocurrículo, com o seu celular;

– Abrir contas nos sistemas de videoconferência, gratuito mesmo, como o Skype, Zoom ou GoogleMeet, para participar de entrevistas On Line ou de dinâmicas de grupo on line;

– Manter-se atualizado no seu cargo, pesquisando em fontes confiáveis, notícias ou novidades sobre sua tarefas;

– Inscrever-se em cursos On Line, mesmo que gratuitos, para atualizar-se profissionalmente;

Encerrando as dicas desse post, peço encarecidamente que você avalie a possibilidade de vir a trabalhar em home office.

Trata-se de uma tendência que veio forte e em alguns casos de forma definitiva.

Essa questão me faz te lembrar que o home office rompe a barreira da distância para se chegar ao trabalho, vez que você pode exercer a função na sua casa e a empresa ser em outras cidade, Campinas por exemplo.

Bom, eu espero que essas dicas e informações sejam úteis para você aumentar as chances de conquistar um novo emprego!

Um forte abraço,

Arnaldo Pereira dos Santos

Psicólogo e Coach de Carreiras

COMO CUIDAR DO DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL E PESSOAL NA RADIOLOGIA

Nesse dia 24 de julho de 2020 participei de uma Live no Instagram com a Professora Ana Cláudia Machado Silva, da Academia de Radiologia.

No tema da Live tratamos das estratégias que podem sem adotadas pelas pessoas para se desenvolverem nesse contexto de pandemia e de distanciamento social. Esse tempo que está surgindo está sendo chamado de “novo normal”.

Sobre esse tema, lembro de ter escrito alguns posts abordando as competências necessárias para a Indústria 4.0. Mostro que tecnologias como Inteligência Artificial, BigData, Realidade Aumentada, Business Inteligence, são fortes tendências para a evolução dos negócios. Aliás, os gurus da gestão escrevem também sobre essas tendências tecnológicas, estimulando que os trabalhadores busquem capacitação, sob pena de ficarem à margem dos novos empregos, novas carreiras.

Ocorre que com a atual pandemia, tivemos que buscar avanços avanços extraordinários praticamente do dia para a noite, sob pena de fecharem as portas!

Como veem, tudo mudou, o mundo parou, a pandemia avançou, e a quarentena foi decretada.

A área da saúde virou protagonista, mais do que já é!

E nesse contexto está a radiologia, que abriu novos postos de trabalho e está na linha de frente no combate à COVID-19.

A pergunta central da nossa LIVE foi como desenvolver suas capacidades técnicas e pessoais.

Com a palavra a Professora Ana Claudia apresentou questões como escolher cursos adequados, buscar literatura sobre assuntos que estão em evidência, conferir as fontes de informação, garantindo a veracidade dos fatos. Buscar identificar a forma predominante de aprendizado. Se o predomínio é do aprendizado visual, aprendizado auditivo ou aprendizado cinestésico.

Essas providências poderão ajudar na criação de um mapa mental de aprendizagem, destravando possíveis dificuldades de compreensão e retenção do aprendizado.

Com a palavra eu pude expor maneiras de se desenvolver utilizando-se de conceitos e práticas de crescimento pessoal, como o Coaching, a Mentoria, os treinamentos e o Aconselhamento.

Alertei sobre a necessidade de escolher profissionais capacitados para aplicar as ferramentas de desenvolvimento pessoal, em especial, o Coaching. Comentei o tempo que investi em minha formação como coach e o complemento que a psicologia traz para os trabalhos e atendimentos que desenvolvo!

Continue expondo que a quantidade de horas que dediquei a minha capacitação criou espaço para meu crescimento pessoal. Acredito que o indivíduo bem preparado sairá fortalecido para suportar as dificuldades do dia a dia.

Com o foco em desenvolver essas habilidades comportamentais o profissional poderá assumir tarefas como liderança, trabalho em equipe, planejamento!

Devolvendo a palavra à professora Ana Claudia, ela teve a oportunidade de mostrar o trabalho piloto desenvolvido no “Projeto Mentoria para Radiologia!

Mostrou os resultados do projeto piloto da mentoria desenvolvido em 2019!

O projeto prevê que em sessões individuais, os indivíduos realizam tarefas que iam de encontro a seus objetivos. Os objetivos variaram de passar em concurso público, ser promovido, ou ingressar na área da radiologia.

Por fim abrimos a Live para perguntas pertinentes ao assunto.

Terminamos com as considerações finais e agradecimento a participação. de Todos.

Estamos planejando novas Lives sobre temas variados da Radiologia!

Agradeço pela oportunidade e também pelo seu interesse em desenvolver-se.

Arnaldo Pereira dos Santos

Psicólogo