ENGAJAMENTO – FAÇA A DIFERENÇA NO DIA A DIA DO SEU TRABALHO

O profissional engajado com o que faz e aderindo à cultura da empresa faz toda a diferença

Tenho acompanhado as mudanças que tem ocorrido no mercado de trabalho em função da pandemia e das novas tecnologias disponíveis!

A mudança de paradigma está ocorrendo.

O mercado de trabalho está encolhendo assustadoramente. Profissões estão desaparecendo, o home office tomando conta, o coworking uma realidade.

O trabalho em espaços compartilhados está cada vez mais sendo praticado.

Os contratos de trabalhos flexibilizados, redução de carga horária com redução de salário, suspensão de contratos de trabalho, os trabalhos ocorrendo parte presencial, parte home office.

Vemos também o encerramento de atividades no Brasil de empresas como a Ford, que depois de décadas em nosso pais, deixou de produzir veículos em território nacional.

Com tantas notícias sendo divulgadas, como fica a cabeça do trabalhador brasileiro, que está empregado, produtivo e com uma carreira próspera?

Será que está sendo atingido? Será que diminuiu a produtividade e aumentou a preocupação com a manutenção de seu emprego?

Acredito que essa seja uma questão a ser investigada!

Que logo teremos resultados de pesquisas para servir de parâmetro e estudo das relações de trabalho do início dessa década, marcada pela devastadora pandemia que assola o mundo!

Mas o que podemos discutir, debater e compreender é a questão do engajamento.

O que eu posso fazer para aumentar meu engajamento com minhas atividades, meu propósito e meu objetivo?

Penso que as crises sempre existiram, mas essa é diferente. Está afetando desde multinacionais, CEOs, CFOs, Autônomos, empresários, profissionais liberais.

E esse afetar, nem sempre é só negativamente. Dou como exemplo a profissão de psicólogo!

Com a pandemia os profissionais de psicologia viram sua atividade aumentar significativamente, notoriamente no atendimento On Line.

A enfermagem está com praticamente no pleno emprego, com hospitais, clínicas, postos de saúde com seu quadro completo ou precisando de mais profissionais, assim como médicos, profissionais da radiologia, fisioterapia e saúde como um todo.

Mas o que pode diferenciar o profissional nesse momento de crise?

Penso que uma questão relevante é o engajamento.

Estar engajado, fazer mais do que aquilo que é solicitado. Entregar resultado de qualidade. Cumprir prazos. Encantar clientes. Diminuir custos, desperdício, retrabalho. Tudo está ligado ao engajamento.

Essa pequena palavra, que no dicionário quer dizer.o sentimento de pertencimento, o vínculo criado pelo colaborador com a tarefa ou a empresa em si.

Uma reciprocidade entre ambos. No mundo organizacional está relacionado ao que a gente chama de “sangue nos olhos”, “vestir a camisa”, “estar aqui para o que der e vier”, “vamos nessa que aqui é pau para toda obra”. São expressões que mostram de uma forma simples, o profissional que é engajado naquilo que faz e o sentimento de pertencimento.

E olha que nem precisa ser o profissional mais inteligente, mais capacitado, mais qualificado, para ser engajado.

Precisa ser aquele mais motivado, mais entusiasmado, mais cooperativo e colaborativo.

O engajamento está ligado a atitude, a ação, a positividade.

Está ligado a ter foco na solução e não no problema. Procurar resolver e não querer achar um culpado.

Mas como posso desenvolver esses comportamentos ligados a engajamento?

Algumas sugestões:

– Aumentar foco

– Ter um objetivo

– Estabelecer um planejamento

– Buscar pequenas conquistas, que na soma representará as grandes vitórias

– Construir relacionamentos positivos

– Desenvolver atitude empreendedora

– Explorar as características de liderança

É, ao que parece, ser engajado não é tão simples assim!!! Seguramente requer sair da zona de conforto!  

Requer esforço, determinação, estratégia.

E você está preparado para aumentar seu engajamento?

Gostou do tema? Quer fazer perguntas, comentários ou dar sugestões?

Deixe no post do blog, acompanhe meu trabalho nas redes sociais!

Arnaldo Pereira dos Santos

Psicólogo

CONFLITOS PROFISSIONAIS – Como lidar com essa realidade

Como uma parte de vocês sabem já possuo mais de 35 anos de convívio no meio organizacional.

Na década de 1980 quando comecei a trabalhar não existia nem o fax, nem o celular, nem o microcomputador. Uma linha telefônica era privilégio para poucos, assim como os cursos universitários eram bem restritos, não existiam tantas universidades e o valor das mensalidades eram altos. Só consegui fazer faculdade em razão de uma bolsa de estudos que ganhei da empresa em que trabalhei mais de 7 anos.

Naquela época, quando comecei a trabalhar e ingressei no meu primeiro emprego como office boy, já percebia como era difícil se relacionar com meus superiores.

Lembro que numa das empresas que trabalhei, a secretária que era a pessoa que respondia pelo meu trabalho, pediu num final de tarde que eu fizesse hora extra para ajudar na finalização de um processo. Eu deveria acompanhar as cópias do um processo, com cerca de 300 páginas.

Expliquei a ela que não podia ficar, pois naquele dia eu tinha prova no colégio. Eu era estudante do 2º ano colegial (atual 2º ano do ensino médio). Ela insistiu e continuei argumentando, falei que não podia. Ela fez algumas ligações, conseguiu um office boy de outro departamento para fazer esse serviço.

Sei que ao término do meu contrato de experiência não fui efetivado, fui demitido sem maiores explicações. Vou falar para vocês que eu saí de cabeça erguida, e no meu pensamento a demissão foi consequência desse conflito, pela recusa em fazer hora extra nesse dia. Pois é, a vida seguiu, o tempo passou e não consigo ter a certeza do que de fato aconteceu que me levou à demissão, mais de 35 anos depois desse fato.

Seguramente esse não foi o único conflito ao longo da minha carreira profissional, mas marcou muito e me fez amadurecer e me tornar mais flexível, atencioso e observador do ambiente profissional.

Assim como eu tive essa dificuldade com meu chefe, penso que milhares de pessoas passam por conflitos durante seu expediente, e que de uma certa forma não são bem resolvidos, ficando mágoas, decepções, rancores que não são bons para o ambiente organizacional.

A palavra conflito é derivada do latim Conflictus, é derivada da idéia de discussão – juntamente com a ameaça de luta, combate. Pressupõe que necessita estabelecer um lado, um lado como correto. O conflito surge a partir da percepção, do reconhecimento da existência do conflito entre as partes.  Ou seja o lado A se opõe ao lado b, como sendo certo, correto, absoluto. Quer defender sua opinião contra os ataques da parte b. Vários estudiosos da cultura e ambiente organizacional adaptaram esses conceitos para o dia a dia da empresa. O Blog.softwareavaliação.com.br tem um artigo excelente detalhando o tema Gestão de Conflitos caso você queira mais detalhes.

Mas afinal o que ocorre de tão diferente que causa tantos conflitos entre subordinados e seus chefes? Quais são os motivos desses conflitos? O que acontece que o conflito não fica na esfera organizacional/profissional e que muda para a parte pessoal. Gera sentimentos de revanchismo, revide, outros.

Antes de mais nada, penso que somos seres humanos, sujeitos a falhas e defeitos. Cada indivíduo tem sua visão de mundo, suas perspectivas, objetivos e ambições. Muitas dessas questões divergem no ambiente de trabalho, de acordo com o papel que os indivíduos desempenham nas empresas.

Alguns interesses são contraditórios, antagônicos e diferentes de indivíduo para indivíduo, e isso faz com que cada um defenda seu interesse.

Nesse momento é que surge a condição ideal para o conflito. Porém cabe às partes ter maturidade o suficiente para superar esse conflito profissional e tocar a vida, dar andamento a suas tarefas, objetivos e metas. O problema que nem todo mundo tem maturidade suficiente para superar esse obstáculo.  Além disso é necessário também o equilíbrio emocional, que nem todos conseguem manter.

E surgem discussões, bate-boca, conflitos acalorados.

Uma pena, pois depois de tudo isso, o problema que surge pode ficar fora de controle, e surgir uma advertência, uma demissão, que em alguns caso podem se tornar demissão por justa causa, com boletim de ocorrência e até mesmo processos judiciais.

Alguns conflitos beiram ao assédio moral e acabam nos tribunais, por total falta de habilidade emocional das partes envolvidas,

Com o passar do tempo aprendi a lidar com esses conflitos, vi que eram inevitáveis. Para isso eu precisei amadurecer, ajustar minhas expectativas e objetivos.

Um detalhe que passei a observar era o ambiente de trabalho. Que tipo de personalidades estavam em meu departamento, quais as ambições que as pessoas tinham na empresa, e também como os grupos eram formados.

Entendendo esse ambiente pude me adaptar, ajustar minha forma de trabalhar, quais assuntos os colegas conversavam, se aceitavam novas companhias.

Por incrível que pareça, a hora do almoço me trazia muitas informações. No começo ficava na defensiva, preferia conhecer o ambiente e não me envolver muito.

Conhecendo cada colega a situação começava a modificar, já recebia convites para almoço, já frequentava a sala do cafezinho. Debatia assuntos profissionais, falava sobre futebol, cinema, livros, locais para passeio. Criei vínculos.

Esse meu comportamento evitou muitos conflitos, pois muitas vezes via discussões entre colegas de trabalho, mas não me envolvia. Deixava meu chefe tomar pé da situação e resolver de acordo com seu estilo. Essa questão foi possível em razão de meu estilo de personalidade. Não gosto de me envolver em conflitos. Prefiro resolver com a pessoa individualmente.

Portanto precisamos reconhecer a existência dos conflitos nas empresas, precisamos nos preparar emocionalmente para o conflito seja com nosso chefe, seja com os colegas de trabalho. Quando vier a ocorrer, precisamos resolver, não colocar embaixo do tapete, pois ele cresce e pode sair do controle.

Fatores como experiência, maturidade, equilíbrio emocional e jogo de cintura de ajuda a avaliar a situação, procurar o diálogo, escutar o ponto de vista contrário e se for o caso deixar as emoções acalmarem para que o conflito seja discutido e encontrada uma solução.

Fico por aqui, é um assunto bem interessante que não se esgota nessa postagem.

Busque outras opiniões e conhecimento sobre gestão de conflitos.

Grande abraço e até a próxima.

Arnaldo Pereira dos Santos

Psicólogo

SAÚDE MENTAL E A BUSCA DO TRABALHO PELA JUVENTUDE

O trabalho tem papel importante na vida do indivíduo. É por meio dele que as pessoas conquistam seu espaço, seu status social.

Trabalhar significa dar utilidade e valor ao subjetivo do indivíduo.

Desde cedo é incutido na educação da criança a necessidade de escolher uma profissão, uma carreira. Era muito comum os pais e pessoas do convívio da família chegar na criança e perguntar: O que você quer ser quando crescer?

Para muitas famílias a necessidade de se obter o sustento faz com que as crianças interrompam o período da infância, deixem de brincar e de estudar para trabalhar e ajudar no orçamento familiar!

Eu mesmo comecei a trabalhar com 14 anos em um emprego que meu pai me arrumou. Aprendi a ter responsabilidade, comecei numa profissão e dividi meu tempo com a escola, o trabalho e o convívio familiar. Sou muito grato a meu pai por ter me ajudado nessa fase tão importante da vida. Conheci outras pessoas que me incentivavam a aprender cada vez mais a profissão.

Porisso, quando vejo a dificuldade atual que o jovem tem em iniciar sua vida profissional, busco maneiras de ajudar e apoiar.

Quando se chega na fase adulta, o trabalho já está incorporado na vida do jovem, seja como estagiário, jovem aprendiz ou empregado registrado.

Toda essa responsabilidade, que começa cedo para muitos jovens, faz com que exista a necessidade da divisão do foco, do tempo entre estudo e trabalho.

Para outros, apesar da necessidade, a rotina escola/trabalho demora a iniciar, principalmente em razão da falta de oportunidades gerada pelas crises econômicas, e, também pela baixa qualificação.

Toda essa necessidade de ser inserido no mercado de trabalho traz no jovem algumas consequências para o seu psicológico.

A pressão por resultados, a necessidade de ajudar financeiramente os pais, a dupla jornada, a pouca experiência. Esses fatores trazem efeitos colaterais como estresse, angústia, transtorno bipolar. Por vezes trazem também o começo do uso de substâncias lícitas e ilícitas para suportar essa carga emocional, utilizado como uma fuga, como um pedido silencioso de ajuda, de socorro não escutado, não atendido!!!

Cabe às partes envolvidas ajudarem esses jovens. O papel da família, escola, empresa precisa ser de apoio e compreensão, de escuta das necessidades e angústias pelas quais está passando!!!

A família precisa dar o apoio emocional e fraterno durante conversas, desabafos e crises! A escola precisa acompanhar por intermédio do professor, do supervisor de estágio e de setores de apoio psicológico, o processo de ensino aprendizagem. A empresa precisa dar suporte por meio do RH, do gestor e de Coach/Mentor no direcionamento da carreira e ajustes comportamentais ou emocionais.

Com essa “rede” o jovem poderá desempenhar melhor suas tarefas, aprender os processos envolvidos em sua profissão e desenvolver relacionamentos saudáveis e duradouros no ambiente de trabalho. Cabe lembrar que essa proteção ou apoio dará a sustentação e confiança necessárias para o crescimento pessoal, profissional e consequente amadurecimento do jovem profissional.

Tenho visto ao longo de minha carreira talentos desperdiçados por não terem esse apoio, tão necessário nesse momento profissional. Percebi que começaram a se desiludir com a profissão, com a falta de reconhecimento e valorização, bem como da orientação para superar dificuldades e obstáculos próprios da carreira que escolheram. Muitos outros começaram a desenvolver estresse, problemas de relacionamento, envolver-se em conflitos, acabaram desistindo da profissão.

Todos sabemos que a empresa, quando avalia um profissional que não entrega resultados, que começa a ter problemas disciplinares, apresentar desmotivação, acaba por rescindir o contrato.

De volta para o mercado de trabalho, o jovem sem trabalho ou estágio, com contas para pagar, pressionado pelos familiares para encontrar um novo emprego, fica perdido, desanimado, desmotivado. Esse ciclo de baixa, acaba o impedindo de bons resultados em processos seletivos, pois seu desempenho fica comprometido pela baixa autoestima e insegurança, entre outros fatores.

Conscientizar a necessidade da sociedade também apoiar nossos jovens! Alertar sobre o estresse, depressão, ansiedade generalizada, Síndrome de Bournout. Essa conscientização ajudará a todos entender sobre a importância da Saúde Mental!

Certamente teremos um ganho! Penso que a juventude é a certeza da renovação nas empresas, da continuidade da sociedade, de uma nova energia e entusiasmo nos ambientes sociais e profissionais. Todos ganham – jovens, família, escolas, empresas.

No mais fico por aqui, convidando vocês a visitar nossas redes sociais, compartilhar nossos conteúdos e informações, acompanhar meus conteúdos sobre temas ligados a psicologia, coach, empreendedorismo.

Professor Arnaldo Pereira dos Santos

Psicólogo

PROGRAMA DE ESTÁGIO – SAIBA MAIS

O início do ano é tradicionalmente o período de maior oferta de vagas de estágios nas empresas.

O início do ano letivo favorece em razão da necessidade dos alunos cumprirem seus estágios obrigatórios e também a abertura de vagas para estágios extracurriculares.

No Brasil a atividade de estágio é regulamentada pela lei número 11.788, de 25/09/2008 que prevê direitos e obrigações para os estagiários e para as empresas que recebem estagiários!

O processo pedagógico é enriquecido pelos estágios, principalmente para complementar o aprendizado teórico do aluno. No estágio, o estudante tem a oportunidade de associar teoria e prática, aplicando conceitos vistos em sala de aula, na execução de suas tarefas.

Para que esse aprendizado seja rico, desafiador e gratificante é aconselhável que a empresa crie um ambiente adequado de aprendizagem, deslocando profissionais experientes, com bom relacionamento interpessoal e didática para transmitir ao estagiário confiança e competência.

Do lado da escola, da universidade a formatação dos conteúdos dos cursos necessita estar alinhada com as necessidades de mercado, para suprir o aluno de conhecimento suficiente para chegar no estágio capacitado a compreender as orientações práticas. É desejável a harmonia entre esses conteúdos, sob pena do estudante não conseguir fazer a associação necessária, não atingindo assim o desempenho esperado pela empresa.

A lei do estágio tipifica com clareza as condições necessárias para ser considerado estagiário, definindo deveres e direitos de ambas as partes.

Cabe aqui a explicação de que o estagiário não possui qualquer vínculo empregatício com a empresa que oferece o estágio, e em razão disso o estagiário não tem direitos trabalhistas e a empresa não paga os encargos sociais. No estágio extracurricular pode ser definido um valor de bolsa – auxílio para o estagiário.

Já que estamos abordando essa questão, descrevo algumas das características legais do estágio, para que com maior clareza e informação, seja evitada expectativas que não podem ser atendidas pela lei do estagiário:

A – Firmar termo de compromisso de estágio, definindo as condições que o estágio será realizado;

B – Indicar funcionário de seu quadro de pessoal, capacitado para supervisionar as atividades definidas para o estagiário;

C – Contratar seguro de vida e acidentes pessoais, com valores de mercado, devidamente especificado no termo de compromisso de estágio;

D – Enviar para a instituição de ensino relatório de atividades desenvolvidas pelo estagiário;

Em razão dos programas de estágio ser bem atraentes, determinadas empresas quando abrem seus processos seletivos para estagiário, possuem uma relação candidato/vaga comparável a grandes universidades públicas do país, com algumas chegando à relação de 200 candidatos por vaga.

Em seus processos seletivos são várias as etapas seletivas:

– Cadastramento do estagiário no site de empresa;

– Análise curricular;

– Provas práticas;

– Testes psicológicos;

– Dinâmica de grupo;

– Elaboração de projeto ou plano de negócios;

– Entrevista com o RH;

– Entrevista com o Gestor.

O resultado, a aprovação do candidato, é muitas vezes comemorado como a conquista de um troféu, de um campeonato.

Para aqueles estagiários que chegaram num nível de excelência desejado ou superado pela empresa, a possibilidade de efetivação na empresa é outro atrativo. Muitas delas tem um plano de carreira que contempla a possibilidade do estagiário chegar a cargos de gestão e de destaque na estrutura organizacional.

E você estudante? Já conseguiu seu estágio nesse ano?

E você que já foi estagiário? Já foi efetivado na empresa e está aproveitando o plano de carreira oferecido pela empresa?

Você que se interessou pelo assunto recomendo que leia com atenção a legislação pertinente a estágio, e também assista meu vídeo no meu Canal no Youtube, onde abordo mais detalhadamente a lei do estágio com características, direitos e deveres.

Te desejo sucesso em seus novos desafios!

Arnaldo Pereira dos Santos

Psicólogo

FERRAMENTA META SMART

A ferramenta META SMART foi nomeada dessa forma em razão de significar em inglês a palavra  “inteligente”, e também ser um acrônimo.

Auxilia na análise da viabilidade da meta que o indivíduo deseja atingir, e estabelece com clareza um passo a passo.

O ACRÔNIMO SIGNIFICA:

S – SPECIFIC (ESPECÍFICO)

M – MEASURABLE (MENSURÁVEL)

A – ATTAINABLE (ATINGÍVEL)

R – RELEVANT (RELEVANTE)

T – TIME BASED (TEMPO)

Sua criação foi atribuída a Georde Doran, na década de 1990, com a publicação de seu livro There`s a S.M.A.R.T. way to write Management Goals and Objectives (Existe um jeito melhor de escrever objetivos e metas gerenciais, na tradução literal) publicado em 1991.

A ferramenta inicialmente era destinada a empresas, mas com o decorrer do tempo, em razão dos bons resultados, começou a ser aplicada em pessoas.

CARACTERÍSTICA DESSA FERRAMENTA: Praticidade, Objetividade, Foco, Alvo

A ferramenta auxilia no planejamento estratégico, definindo metas para que o objetivo seja alcançado.

A aplicação da ferramenta começa com o coach apresentando a ferramenta ao coachee, explicando sua importância no processo como um todo.

Um processo de coaching que foca em saúde pessoal, pode ter a sessão direcionada ao coachee planejar formas de perder peso.

Podemos dizer que a aplicação da ferramenta no processo de coaching tem sua aplicação da seguinte maneira:

OBJETIVO: Estabelecer metas inteligentes no processo de Coaching

Vou exemplificar dessa forma:

Exemplo: Perder peso durante o ano de 2021, até 31 de dezembro de 2021

De acordo com o perfil do Coach, com as necessidades do Coachee, com o nível de envolvimento de ambos no processo, a sessão pode ter vários direcionamentos.

S – SPECIFIC – (ESPECÍFICO) – Definir metas que levem a conquistar seu objetivo, quanto mais clara, objetiva, dentro da realidade, maior a chance de conseguir:

Exemplo: Perder 10 quilos durante o ano de 2021

M – MEASURABLE – (MENSURÁVEL) – Definir metas que tenha a condição de medir, de avaliar

Elaborar, em conjunto com a nutricionista, cardápio adequado ao perfil da Coachee. Estabelecer rotina de medição do peso, comparando o peso desejado com o peso real atingido.

A – ACHIAVABLE – (ATINGÍVEL) – Estabelecer metas realistas, adequadas aos recursos e condições. Deve ser pesquisado, estudado o potencial para não estabelecer metas inatingíveis ou fáceis! Metas atingíveis motivam o coachee;

Exemplo: Elaborar mapa de acompanhamento do peso, com os resultados atingidos e, se necessário prever correções necessárias para atingir o objetivo

R – RELEVANT  – (RELEVANTE) – A meta escolhida deve ser importante, deve contribuir para que o resultado final do objetivo acrescente coisas positivas ao objetivo maior que se deseja conquistar.

Exemplo: O plano bem elaborado e seguido conforme planejado é importante para que o peso desejado seja atingido.

T – TIME – (TEMPO) – Estabelecer um prazo, uma data para que a meta seja conquistada, dessa forma é possível ajusta o foco e as energias.

Exemplo O prazo para atingir o peso desejado é 31 de dezembro de 2021, tempo negociado com toda equipe multidisciplinar

CONCLUSÃO: A ferramenta METAS SMART traz ao processo de coaching uma clareza na definição das metas a ser atingidas, provoca aumento de foco e direciona as energias do coachee a atingir as metas a ser atingidas.

Arnaldo Pereira dos Santos

Fonte de pesquisa: blog.anapro.com.br ; www.viverdeblog.com

Estou formado, e agora?

Qual curso devo fazer agora que me formei?

Com novembro terminando, chega ao fim para muitos estudantes um ciclo educacional!

É a tão esperada e sonhada formatura. Seja no ciclo básico, secundário ou na universidade, esse é um momento mágico.

Caderno de recordações com depoimentos de seus amigos, fotos da turma tirada em sala de aula. Bailes pró-formatura (agora num pode que estamos em pandemia) é maravilhosa toda essa expectativa.

Para muitos alunos as avaliações, projetos, trabalhos, atividades já estão finalizando.

As aulas já são apresentadas em forma de despedida.

Ahh por falar nisso nesse final de novembro dei uma palestra on line e a aula começou com um emocionante depoimento da professora para a sua turma!

Vários alunos pediram a palavra e elogiaram muito a professora. Disseram que ficará na memória os ensinamentos da professora e a lembrança da maravilhosa pessoa humana que é!!

Se despediram de forma emocionada e emocionante!

O carinho mútuo foi nítido!!!

E esse fim de ciclo deixa para muitos a dúvida do que fazer daqui por diante.

Quando se está no ciclo fundamental, a preocupação dos pais é na continuidade dos estudos na própria escola, ou quando não tem a oferta do curso desejado, a mudança de escola é inevitável.

Já no ensino médio e superior, muitas dúvidas surgem no formando.

O que vou fazer agora?

Vou me matricular num curso técnico?

Vou me matricular numa faculdade?

Devo procurar um emprego e deixar os estudos para mais tarde?

Como professor tenho experiência nessa questão! Como já passei por isso, fico à vontade para falar!

No meu caso específico, ao terminar o ensino médio preferi iniciar minha vida profissional e somente depois de empregado, com dois anos de empresa, ingressei no curso de administração.

Terminada a graduação em administração engatei a Pós-Graduação em Administração de Recursos Humanos.

Já trabalhava na área e era importante ter essa pós-graduação para o meu desenvolvimento profissional.

O curso de Psicologia surgiu 3 anos depois.

Estava casado, tinha trocado de emprego e na nova empresa, novo cargo, vi na Psicologia uma oportunidade de ingressar na área de Recrutamento e Seleção, que sempre foi meu sonho.

Tive muitas dificuldades, mensalidades atrasadas, uma DP numa matéria que não me lembro, meu filho nasceu durante a realização do curso de psicologia.

Ufahhh, mas consegui!!!!

Porisso quando chega essa época onde o ano letivo está terminando, penso muito nessa alegria que o estudante tem em se formar, em concluir esse importante ciclo da vida.

Sei o quanto é difícil, cansativo, exaustivo a longa caminhada até a formatura.

E quando o formando vem e me pergunta o que deve fazer daqui para frente, depois de formado, devolvo com uma outra pergunta:

-E agora que você se formou, conquistou seu objetivo, seu sonho, qual novo sonho que você tem? Ele está alinhado a seu propósito de vida?

Sabe, penso que precisa de um novo objetivo, não deve seguir um modismo, uma determinação de alguém.

Tem que seguir seu coração!!

Já conversei com ex-aluno que o sonho era realizar um intercâmbio no exterior!

Hoje esse meu ex-aluno mora na Irlanda, está feliz!

Encontrou sua felicidade lá!

Um outro ex-aluno me perguntou o que achava da carreira acadêmica!

Mostrei as vantagens e desvantagens da carreira docente!

Mostrei o caminho, as instituições que ofereciam pós-graduação, mestrado, doutorado! Esse meu ex-aluno agora é professor numa instituição de ensino superior!

Teve um aluno que no final do semestre, ao término do curso, me perguntou sobre o curso de psicologia.

O que eu achava, quais vantagens, qual carreira poderia ter numa empresa. Mostrei as vantagens da área de recursos humanos.

O rapaz ficou de avaliar se era melhor 5 anos de psicologia ou um curso de Tecnologia em Recursos Humanos!

Você percebe a importância que tem o final de um curso, uma formatura na vida do ex-aluno?

E esse término de ciclo ganha uma importância maior agora nesse momento de incerteza provocado pela pandemia!

O formando fica inseguro e preocupado com o futuro da sua carreira!

E fica mesmo aquela dúvida martelando na cabeça: – Me formei, e agora?

Vou finalizando por aqui com parabéns a todos que nesse início de dezembro finalizarão seus cursos e conquistarão a tão sonhada formatura.

Parabéns!

Só posso dizer que vocês são vencedores.

Muitos ficaram pelo meio do caminho.

E você chegou.!!!

Só posso te dizer: “Siga em frente!”

Gostou do tema, tem uma história para contar da sua trajetória no seu curso? Escreve para mim deixa seu depoimento.

Acompanhe meu trabalho pelas redes sociais!

Um forte abraço

Arnaldo Pereira dos Santos

Psicólogo e Coach

A pandemia e as perspectivas de aprendizagem

A pandemia da COVID-19 fez os professores se reinventar para poder dar aula Ao Vivo On Line

O momento atual é de muita reflexão a respeito das consequências da paralização das aulas presenciais, em razão da pandemia do COVID-19.

O modelo de aula presencial que imperou até março de 2020 previa salas de aulas com numerosos alunos, lousa, recursos didáticos e um professor.

Nesse modelo o professor era o centro das atenções, protagonista, detentor do saber.

Podemos ilustrar várias salas de aula pelo Brasil afora, que mesmo com recursos tecnológicos que favoreciam o compartilhamento de aprendizado, que estimulavam a participação do aluno, o professor continuava como mediador desse aprendizado.

Estratégias como as metodologias ativas, o aprendizado colaborativo, buscavam tornar o aluno protagonista, um agente de aprendizagem também.

A sala de aula começou a transformar-se num local de troca de experiências, de aprendizado. O professor nesse novo papel, mediava essa relação e buscava torná-la produtiva, estimulante e desafiadora.

Pude observar ao longo dos últimos anos o avanço dessa transformação. Junto conosco professores, os recursos tecnológicos estavam entrando em sala de aula.

Cabe meu depoimento sobre o tema central para que eu fale um pouco a respeito da minha história.

Quando fui aluno do ensino superior na década de 1980 não existia celular, internet, mecanismos de busca, redes sociais.

Na década de 1980 nem se imaginava sobre essas questões e equipamentos no nosso pais.

Quando eu preparava meu trabalho acadêmico, ia até a biblioteca da faculdade ou em outra biblioteca da cidade de São Paulo, escolhia os livros que me interessava e transcrevia trechos de textos que tinham relação com minha pesquisa.

Quando precisava ampliar meu conhecimento sobre determinado assunto eu lia um livro, comprava uma apostila ou tirava copia do capítulo que me interessava.

Feitas as considerações, o meu “parênteses” sobre assunto, na sala de aula que lecionei ultimamente tinham pelo menos 32 computadores, Datashow e internet disponível para acesso dos alunos via celular.

Quer dizer, estamos falando de uma evolução que acompanhei por cerca de 35 anos. E para mim tudo isso é espantoso, pois significa mais recursos de apoio à aprendizagem de nossos alunos do ensino superior.

Não estou aqui entrando no mérito de ensino fundamental e médio, que certamente estão num outro momento dessa evolução.

Tenho percebido que mesmo com o aumento da tecnologia disponível para aprendizagem de nossos alunos, os resultados deixavam um pouco a desejar.

A possibilidade de consultar os mecanismos de busca para obter respostas, a questão de que quaisquer assuntos tratados em sala de aula em segundos poderiam ser checados, confrontados na internet, ao invés de estimular o aluno a aprender, estava o tornando displicente, acomodado e dependente da tecnologia para obter a informação.

Durante as aulas percebia que poucos tinham a curiosidade de checar a informação, de obter outras fontes para comparar os resultados. Nas questões ligadas a cálculos, tudo era resolvido com calculadoras, aplicativos, sistemas informatizados.

Lecionei matérias de aplicação prática como cálculos trabalhistas, custo de folha de pagamento.

Quando ia detalhar os cálculos e explicar sua importância, era frequente algum aluno fazer a seguinte pergunta:

 – Professor para que o  senhor está ensinando isso se a internet já fornece os cálculos prontos, de forma rápida, segura e confiável?

Quando escutava essa pergunta fazia uma breve avaliação da resposta que ia dar, mas antes meu pensamento dizia:

– Puxa vida, será que todos os anos que trabalhei executando esses cálculos foram em vão? Será que o trabalho que realizei será totalmente substituído por sistemas inteligentes de folha de pagamento? Será que o aluno está certo e esse ensinamento tornou-se obsoleto e descartável?

Bom, depois de todas essas reflexões eu respondia:

– O funcionário que tem dúvida de seu holerite de pagamento, não vai tirar a dúvida com a máquina.

Vai tirar com você?

Você sabe explicar o holerite de pagamento para seu funcionário?

A minha resposta normalmente deixava o aluno em silencio, pois certamente ele temia que eu pedisse para que ele explicasse a resolução do cálculo na lousa. E infelizmente ele não sabia explicar mesmo!

E eu seguia em frente com minha aula, para quem tinha interesse, para quem tinha dúvidas, para quem queria aproveitar ao máximo o conhecimento que eu tinha sobre o tema, e certamente aumentar seu conhecimento e buscar desenvolver-se na área, para concorrer a vaga de emprego, numa das áreas que mais tem oportunidades de emprego e bons salários.

Querido leitor, toda essa explicação e relato para te dar a dimensão de uma aula, um tema que abordei em sala de aula e que teve uma adesão mediana, satisfatória e que pude atuar para aumentar o engajamento e participação na aula.

Nesse semestre me deparei com esse problema nas aulas ao vivo e on line. Agora você imagina eu explicando esse mesmo tema pelo celular, distante, falando de coisas complexas e de difícil compreensão!

Tive poucos meses de experiência nessa transição. Lecionei somente por um semestre as aulas ao vivo e on line.

Tive essa dificuldade que te relatei, e pior, tive nas 4 salas que lecionei.

Precisei me reinventar para criar uma solução diferente para cada sala. Precisei em algumas dessas salas utilizar 2, 3 datas para explicar o que numa sala presencial conseguiria fazer em uma aula.

Agora fico pensando: Como os professores pelo Brasil afora estão lidando com o ensino on line ao vivo. Como os alunos estão assimilando assuntos de diferentes complexidades? Como os alunos estão mantendo seu nível de motivação e engajamento para superar essas dificuldades todas?

São muitas as dúvidas, é algo muito novo, está em construção!

As partes envolvidas estão aprendendo a lidar com tudo isso!

Tomando como parâmetro o momento atual, onde o semestre letivo de 2020 está encerrando, onde pandemia no Brasil está com cerca de 160 mil mortos, onde as eleições para prefeitos e vereadores estão para ocorrer.

O pronunciamento recente do MEC aponta que as aulas ao vivo e on line estão equiparadas ao ensino presencial e podem ser aplicadas até fim de 2021, o que esperar da aprendizagem nesse momento de pandemia?

Sinceramente eu não tenho essas respostas, mas como profissional da educação tenho muitas dúvidas sobre o cenário da educação nos próximos anos.

Gostou do tema, tem as mesmas dúvidas que eu, quer participar do debate sobre esse tema?

Comente, compartilhe, tire suas dúvidas. Sua participação pode ajudar a construir uma educação pós pandemia mais participativa e adequada a sua realidade.

Arnaldo Pereira dos Santos

Psicólogo

RECURSOS HUMANOS NOS TEMPOS DE PANDEMIA

Começo o meu texto de hoje refletindo sobre o papel das áreas de departamento pessoal e de recursos humanos durante esse período de pandemia do COVID-19!

Como já foi falado, esse período é inédito na história recente da humanidade. Um problema de saúde pública que afetou o mundo inteiro e está revolucionando vários conceitos utilizados pela sociedade para tocar seu dia a dia, sua vida.

Penso que uma das áreas que está no “olho do furacão” é a área de recursos humanos.

Todas as empresas tiveram impactos, dos mais variados, para se manter, para sobreviver.

O governo atuou flexibilizando as regras trabalhistas, diminuindo a burocracia e buscando agilidade, para salvar empregos, renda e faturamento.

Só que para que tudo isso saísse do papel, os profissionais de recursos humanos tiveram que “se virar”, utilizar de criatividade, conhecimento técnico e proatividade para que as mudanças provocassem o mínimo de transtorno possível.

Vale lembrar que em 20 de março, com o decreto do estado de emergência e o início da quarentena e distanciamento social, somente o serviço essencial foi autorizado a funcionar.

Aliado a esse fato, a área da saúde teve uma mobilização histórica, com novas instalações, contratações de emergência, convocações para suprir o aumento de demanda de doentes.

O esforço da área para cumprir suas missões está sendo fantástico, pois se fizermos uma retrospectiva de acontecimentos pontuais, fora da rotina da área, os resultados foram mais do que satisfatórios:

– Colocar seus colaboradores em Home office

– Reduzir Carga Horária

– Suspender Contrato de Trabalho

– Colocar colaboradores em férias

– Demitir Colaboradores

– Adaptar os benefícios oferecidos pela empresa

– Treinar seu pessoal para as rotinas do trabalho remoto

– Elaborar programas de apoio psicológico

– Capacitar as gerencias para a supervisão à distância

– Implantar acompanhamento de frequência à distância

– Adaptar ou atualizar rotinas da folha de pagamento e encargos sociais às ferramentas disponíveis pela internet/nuvem

– Criar canais de comunicação eficiente para a realidade do trabalho remoto

– Adotar procedimentos eficientes para reposição de pessoal, utilizando ferramentas da internet e de videoconferência para recrutar e selecionar

– Implantar palestras corporativas, via ferramentas de videoconferência

– Reforçar a estrutura de proteção à saúde do colaborador, com EPI, aumento da segurança das instalações e orientação ao colaborador

– Dar apoio psicológico e motivacional para enfrentar o distanciamento de sua equipe de trabalho

Como você vê, para que tudo na sua empresa pudesse dar certo, o apoio e cooperação do RH tornou-se fundamental.

Uma área que ao longo do tempo vem conquistando uma posição estratégica, está ajudando na mudança de rumos da organização, que está se adaptando à crise que se instalou com a pandemia da COVID-19!

É inegável que durante esse período milhões de empregos foram perdidos, que milhares de empresas fecharam suas portas e encerraram operações. Infelizmente também perdemos milhares de vidas, entes queridos, que sentimos muito!

Mas independente de todas essas questões não podemos deixar de reconhecer o trabalho de milhares de profissionais da área de RH. Eles fizeram de tudo para que suas tarefas fossem realizadas, para que empregados e empresas pudessem ter seus direitos respeitados, suas novas rotinas seguissem o curso, e os compromissos fossem honrados.

Meus caros amigos, eu já trabalho na área de RH tem mais de 20 anos, e reconhecendo os esforços de meus colegas de área, não podia deixar de dar meus parabéns a todos esses profissionais de recursos humanos, que num incessante trabalho de formiguinha, realizaram com dignidade e maestria suas tarefas profissionais.

Encerrando deixo a você meu convite para acompanhar o trabalho que desenvolvo nas redes sociais, meus programas de treinamento e cursos à distância, principalmente voltados a departamento pessoal, folha de pagamento e também vídeoaulas postadas em meu Canal do YouTube.

Um forte abraço! Até o próximo post!

Arnaldo Pereira dos Santos

PRATICANDO FEEDBACK EM TEMPOS DE PANDEMIA

Feedback on line

Administrar é uma arte, principalmente nos tempos atuais de pandemia de COVID-19, onde a sociedade, a política e a economia estão numa crise nunca antes vista!

Os indicadores divulgados recentemente são preocupantes:

  • O número ne mortos pela COVID-19 passam de 146.000 brasileiros;
  • Nesses dias nosso país bateu a casa dos 13,5 milhões de desempregados;
  • O dólar tem projeções que dizem que pode chegar a R$6,00;
  • As queimadas na Amazônia e no Pantanal chegam a números alarmantes e trágicos causando indignação do mundo inteiro;
  • As contas públicas estão deficitárias;
  • O número de empresas falindo bate todos os recordes;

Enfim o cenário é de crise e de recessão.

Notícias ruins não faltam para contaminar nosso bom-humor, nossa alegria, nossa esperança!!!!!

Mas nosso país tem tradição de possuir bons administradores, bons gestores para os tempos de crise!!

E não é agora que eles deixarão o desempenho cair!!!

Nossas empresas precisam desses gestores que se destacam nas crises!

Flexíveis, arrojados, corajosos, que inovam na maneira de atuar, na gestão de seus negócios!!!

Afinal administrar quando tudo está a favor é mais fácil, não é???????

Muitos deram respostas exemplares, imediatas, criativas. Quando no dia 20 de março foi decretado estado de emergência no pais e imposta a quarentena as empresas foram informadas que somente os serviços essenciais estariam liberados.

As demais empresas precisaram reinventar-se para que continuassem operando. Implantaram o home office, o e-commerce, a aula ao vivo on line, o delivery, e muitas outras estratégias que foram fruto da criatividade, do empreendedorismo, do arrojo do empresário nacional.

Para que tudo isso funcionasse e a implantação pudesse trazer os resultados esperados, nunca foi tão importante o Feedback.

Nesses tempos difíceis, o administrador precisou valer-se dessa poderosa ferramenta de gestão:

“O Feedback”.

Poderosa para gerir seu pessoal, para conquistar o respeito de seus colaboradores, para melhorar os indicadores de desempenho de sua equipe, para resgatar a motivação!!!!

Bem utilizado o FeedBack pode promover crescimento do Gestor, do Colaborador, da Equipe de trabalho, da empresa como um todo. Um feedback bem feito leva a reflexão, aumento da motivação!

Um cenário como esse descrito leva a insegurança, a angústia, a ansiedade, a insatisfação. Nesses tempos de pandemia, com toda dificuldade de uma crise sanitária sem precedentes, ainda somos bombardeados sobre crise econômica, aumento da violência, tragédias climáticas, corrupção!

Tudo isso pode nos contaminar e nos deprimir.

Muitas vezes temos um bom colaborador, mas abatido pelos fatores externos, sua produtividade cai, seu trabalho torna-se ruim, e as atividades acabam sendo executadas de qualquer jeito!

No home office essas dificuldades aumentam.

O gestor, mesmo à distância, precisa interagir com seus colaboradores. Ligações, e-mails, videoconferência, whatssap, muitas são as ferramentas para se comunicar com ele.

O administrador precisa ter essa percepção sobre o colaborador e sua equipe, ele precisa aproximar-se e compreender o que o colaborador pensa e sente, sua “visão de mundo”!

Conhecendo bem seu colaborador e a equipe ele poderá “escutar as dores”, entender o ânimo, o nível motivacional!

Poderá perceber quando é o momento de entrar em ação e conversar, orientar, tirar dúvidas, corrigir a execução de um trabalho!

Terá então elementos para avaliar pontos fortes e fracos, dessa forma preparando terreno para aplicar o FeedBack.

E verá, entre as diversas maneiras de aplicar um Feedback, aquela que mais julgue adequada, que tenha mais relação com seu jeito de ser, seu perfil, sua personalidade.

Aplicando o Feedback, o administrador poderá apresentar uma avaliação completa do colaborador, mostrando como foi o desempenho dele, na sua visão!

Apontará o que executou bem, os bons resultados, a dedicação, o empenho, aquilo onde mostrou eficiência e eficácia!

Com esse diálogo amistoso, cordial e respeitoso administrador conduzirá o feedback para um assunto delicado e importante para os dois!

Falar sobre os prováveis motivos que levaram a um baixo desempenho do colaborador.

O preparo do Feedback tem que levar em conta a expectativa do empregado, que muitas vezes não amadureceu para ouvir críticas, censura ou ser chamado a atenção sobre seu trabalho!

Ele está esperando, na verdade, ser elogiado, valorizado, estimulado!

Mas nunca ser criticado!

Portanto o gestor deve exercitar essa capacidade de dar feedback, treinar periodicamente “a conversa”, o retorno que dará a seu colaborador sobre o trabalho executado no período que está sendo avaliado!

Treinando a aplicação do feedback, o gestor compreenderá quando o colaborador vier a ter uma decepção ao escutar uma crítica ou o apontamento de seus erros!  

Com essa escuta ativa, conhecerá muito melhor seu colaborador e os resultados do feedback serão bem melhores!!

Poderá dessa forma adaptar seu estilo de Feedback, extraindo de seus colaboradores o melhor, corrigindo o comportamento deles, valorizando as suas atitudes e resultados conquistados! Afinal muitos deles é a primeira vez que estão trabalhando em home office.

Os colaboradores por sua vez, estarão mais treinados a ouvir as possíveis críticas tornando-as positivas, transformando-as em alavanca para melhoria dos níveis motivacionais, qualidade e produtividade no trabalho!

Pratique Feedback!!!!

Transforme essa ferramenta numa das tarefas mais prazerosas da sua Gestão.

Os colaboradores agradecem!!!

Arnaldo Pereira dos Santos

Psicólogo e coach