Como é bom ver o Trabalho dos Voluntários

A prática do voluntariado é uma ação muito comum nos serviços de saúde e tem um fantástico resultado para os pacientes e seus familiares.

O voluntariado é praticado em sua maioria por pessoas que desejam contribuir com seu tempo, dedicar momentos, apoiando ações organizadas pelo serviço de saúde para minimizar o sofrimento, a dor de outras pessoas. O que move essas pessoas é o propósito de vida, é a vontade de dedicar-se a ajudar o próximo, doando um pouco do seu tempo, do seu conhecimento e da sua generosidade.

Minha experiência com voluntários vem do serviço que presto para a área da radiologia,  em instalação de saúde especializada em diagnóstico por imagem e no atendimento de crianças com câncer. No mesmo local também funcionam alas de fisioterapia para recuperação de acidentados e amputados.

No Natal de 2018 presenciei voluntários preparando a Festa de Natal do Setor de Fisioterapia do Hospital. Chegaram cedo, começaram a montar o cenário da apresentação dos atores contratados. Colocaram toalhas nas mesas. Começaram a desembalar os quitutes para ser distribuído aos pacientes e acompanhantes, e também aos funcionários do Hospital.

Quando deu a hora, o espetáculo começou. Todos se divertem, comem e bebem. Por alguns instantes as dores, incômodos, tristezas dão lugar a sorriso, companheirismo e alegria.

Mas o que leva uma pessoa a ser voluntária num centro de diagnóstico ou serviço de saúde qualquer?

Existem alguns estudos, algumas teorias que dão amparo teórico aos motivos que trazem essas pessoas a esses lugares, entre os quais o propósito de vida, a gratidão por um tratamento bem feito, o alívio proporcionado pela cura!  E também para motivar as outras pessoas e que vale a pena lutar, realizar os procedimento e tratamentos! Que vale a pena viver.

Existem vários perfis de voluntários, mas o que vejo no Hospital é que são de  de mulheres de meia idade, que trabalham gostam de trabalhar em equipe, possuem bom relacionamento interpessoal e que possuem um tempo para dedicar-se a essa atividade.

Passadas as atividades programadas no voluntariado elas reúnem-se no café, dialogam, trocam ideias. Vejo bom humor, simpatia e carisma. Percebe-se que estão no voluntariado porque gostam do próximo, querem fazer a diferença na vida das pessoas.

Para concluir meu relato sobre voluntariado, posso te dizer que me ajudou a enxergar a importância deles para os estabelecimentos de saúde, sinto que é um ambiente que precisa cuidar mais da humanização e de suavidade no tratamento de seus pacientes, acompanhantes e empregados. Com a doação de seu tempo e de sua disposição em “fazer o bem” os voluntários complementam a função do estabelecimento de saúde, transformam o ambiente, cuidam de minimizar a dor e sofrimento de quem frequenta o local na busca do resgate da saúde, da esperança de recuperar sua vida normal.

Obrigado a todos voluntários que tornam o ambiente hospitalar mais humanos e com mais carinho.

Seja voluntário!

Professor Arnaldo Pereira dos Santos

Psicólogo e Coach

Relacionamentos no ambiente de trabalho

Como professor do curso de administração já tenho mais de 15 anos lecionando, fora uma vivência de mais de 20 anos no meio empresarial ocupando cargos de destaque nas organizações por onde passei. Posso afirmar que o ambiente de trabalho é desafiador quando se fala em relacionamentos interpessoais.

Quando ingressamos na empresa, o ambiente já está posto, o trabalho sendo realizado e as equipes montadas.

Apesar das empresas já terem treinamentos formatados como a “Semana Interna de Integração do Empregado”, para ambientá-lo no ambiente profissional, o desafio é grande

Quando chegamos no departamento onde vamos trabalhar, nossa presença como novo funcionário é comparável, nas devidas proporções, à presença de um “objeto externo dentro do nosso organismo, e a tendência é rejeição, resistência é imediata.

Somos apresentados, ouvimos muitos: “Seja bem vindo”, mas o que podemos perceber é que existe uma sensação de insegurança no ar. Muitas vezes nossa contratação não é informada para a equipe, e chegamos nós, de supetão, no ambiente de trabalho. Somos direcionados para nossa mesa com um computador, e lá ficamos aguardando instruções para começar a trabalhar.

E essas instruções não chegam, o tempo vai passando e ficamos ali, “de braços cruzados”.

Chega a hora do almoço, e um a um os empregados do setor vão saindo para o almoço. Até que um dos funcionários, mais extrovertido, mais comunicativo, nos convida para almoçar.

Chega-se a passar uma semana sem ter uma tarefa definida, uma rotina. No meu caso carimbei, fiz arquivo, organizei papéis, tirei cópias de documentos, e até mesmo fui pagar conta de um colega num banco próximo ao trabalho. Mas nada de me passarem as tarefas pelas quais fui contratado.

E dessa forma, meio a “trancos e barrancos” numa linguagem dita por meus pais no passado, começamos a nos relacionar. Nada muito estruturado, mais casual, corriqueiro, assuntos como futebol, novela, política, coisas da vida cotidiana.

Esse período é tenso, desgastante, mas desafiador, pois precisamos de muito equilíbrio emocional, resiliência, perseverança e persistência para seguir em frente e não pegar nossas coisas e ir embora, não voltar nunca mais no setor, na empresa.

O tempo vai passando, nos soltamos, ficamos perto daqueles que temos mais afinidades, mais simpatia e que, de uma certa forma, fizeram alianças conosco.

Pode-se dizer que é um embrião da chamada “panela” do departamento. São aquelas equipes fechadas, coesas, cumplices que são formadas para sobreviver no ambiente empresarial.

Em razão das alianças formadas, não agradamos ao restante das equipes, que começam a disputar poder e espaço dentro do departamento, da empresa. E essa competição que teria tudo para ser saudável, produtiva e levasse a enormes conquistas, é explorada muitas vezes de forma negativa, de maneira perniciosa ao ambiente organizacional, levando por vezes a quebra da ética, da boa convivência, levando a sabotagens,                     ” puxadas de tapete” e até mesmo desenvolvimento de comportamentos como fofoca, intrigas, bajulação, falsidade e hipocrisia.

Nossos superiores, que tem como missão fazer a Gestão do Clima Organizacional, de manter os colaboradores motivados, envolvidos e comprometidos, tem também essa missão de controlar o ímpeto e a competição entre os colaboradores, num nível aceitável e tolerável, para uma boa convivência profissional. Começamos a perceber que mesmo não gostando do indivíduo, trabalhamos ao lado dele, portanto, dependemos dele. Então simplesmente toleramos e mantemos o ritmo do trabalho no seu fluxo.

Porém esses relacionamentos por vezes nos esgotam e em razão disso precisamos cada vez mais da nossa capacidade emocional, da nossa inteligência emocional. É essa capacidade que não nos deixará ficar estressados, angustiados e depressivos,

E olha que relacionamento em empresa dá casamento, batizado, amigos para a vida toda, mas também nos dá dores de cabeça, estresse e raiva. Precisamos lidar com tudo isso!!!

Mas então qual o segredo?

Minha experiência e visão sobre essa questão sugere:

– Seja observador, ouça, escute o que o ambiente está te dizendo;

– Compreenda que cada pessoa tem seu estilo de personalidade, humor e temperamento. Compreendendo essas diferenças você ajustará suas expectativas e flexibilizará a maneira de se relacionar com cada indivíduo;

– Perceba que todos tem seus objetivos, e eles são diferentes dos seus. Porém na empresa é necessário harmonizar e alinhar esses objetivos com o da empresa onde trabalha. Se isso não for feito você pode passar por sérias dificuldades, e até mesmo perder o emprego.

– Já abordei no texto, você pode não gostar da pessoa, é um direito seu. Mas respeite e acate o jeito dela. Conviva de modo que o trabalho e as tarefas sejam entregues com qualidade.

– Faça a sua parte, colabore para o bem da equipe, perceba como pode contribuir para que os resultados sejam bons.

E no mais, compreenda que a empresa é um organismo dinâmico, sujeito a mudanças, e a mudança é saudável. No mundo em que vivemos estamos passando por uma reestruturação produtiva, proporcionada pela tecnologia, pela chamada Economia 4.0 .

Cada vez mais competências como flexibilidade, relacionamento interpessoal, trabalho em equipe e liderança serão valorizadas e consideradas um diferencial do empregado.

 

Professor Arnaldo Pereira dos Santos

Psicólogo e Coach

 

Voluntariado e Serviços de Saúde

A prática do voluntariado é uma ação muito comum nos serviços de saúde.

Lido com a área da saúde há pelo menos 5 anos e tenho visto ações bem animadas e empolgadas de pessoas que escolheram para suas vidas ajudar outras pessoas que estão passando por momentos difíceis em suas vidas.

O voluntariado é praticado em sua maioria por pessoas que desejam contribuir com seu tempo, dedicar momentos, apoiando ações organizadas pelo serviço de saúde para minimizar o sofrimento, a dor de outras pessoas.

Minha experiência é em instalação de saúde especializada em diagnóstico por imagem e no atendimento de crianças com câncer. No mesmo local também funcionam alas de fisioterapia para recuperação de acidentados e amputados.

Por vezes assisti equipes de voluntários acolhendo crianças com sorrisos, abraços, brinquedos, e principalmente “calor humano”. Vale lembrar que quem vem para tratamento nesses centros de reabilitação, diagnóstico e tratamento, por vezes, passa o dia inteiro no local, até ser chamado para atendimento.

Foram várias as datas comemorativas que estive presente, não como voluntário, mas como prestador de serviços nesse local.

Os voluntários chegam cedo para organizar o espaço, se vestem “a caráter” da data comemorativa. Muitas vezes vieram convidados contratados para dar shows, apresentações teatrais. Quando iniciam as atividades, as brincadeiras, os “shows”, os pacientes, acompanhantes, empregados do serviço de saúde participam animados, “se divertem”, comem e bebem. Por alguns instantes as dores, incômodos, tristezas dão lugar a sorriso, companheirismo e alegria.

Mas o que leva uma pessoa a ser voluntária num centro de diagnóstico ou serviço de saúde qualquer?

Existem alguns estudos, existem algumas teorias que dão amparo teórico aos motivos que trazem essas pessoas a esses lugares.

Independente de estudos psicológicos detalhados, de hipóteses teóricas eu posso te falar que pelos olhares, sorrisos e motivação que percebo nelas, essas voluntárias são movidas pelo amor ao próximo. Pela vontade de fazer uma criança, um adolescente, um idoso sorrir, vontade de devolver a esperança a eles. Mostrar que vale a pena lutar, realizar os tratamentos , e que vale a pena viver.

Quando a abordagem do motivo que leva uma pessoa a ser voluntária cai para explicação psicológica, sociológica ou ligada ao trabalho de Coaching a explicação passa pela vontade que essas pessoas tem de Contribuir, que está relacionada com seu “propósito de vida.”

No local onde frequento, vejo que o perfil dos voluntários, é de mulheres de meia idade, que trabalham em equipe, possuem bom relacionamento interpessoal e que possuem um tempo para dedicar-se a essa atividade.

Passadas as atividades programadas no voluntariado elas reúnem-se no café, dialogam, trocam ideias. Vejo bom humor, simpatia e carisma. Percebe-se que estão no voluntariado porque gostam do próximo, querem fazer a diferença na vida das pessoas.

Para concluir, essa experiência em serviço de saúde, observando o voluntariado, me fez enxergar a importância do voluntariado nos estabelecimentos de saúde. Um ambiente que carece de humanização e de suavidade no tratamento de seus pacientes, acompanhantes e empregados. Com a doação de seu tempo e de sua disposição de “fazer o bem”, os voluntários complementam a função do estabelecimento de saúde, transformam o ambiente, cuidam de minimizar a dor e sofrimento de quem frequenta o local na busca do resgate da saúde, da esperança de recuperar sua vida normal.

Pratique essa ideia, seja voluntário! A área da saúde precisa do seu carinho e amor ao próximo.

Professor Arnaldo Pereira dos Santos

Psicologo e Coach

HUMANIZAÇÃO E AS RELAÇÕES INTERPESSOAIS NAS INSTALAÇÕES HOSPITALARES

Humanização no sistema de saúde

Tenho ouvido de colegas da área de psicologia, com uma certa frequência, que eles estão desenvolvendo projetos e treinamentos para clínicas e hospitais, com o foco na humanização da área de saúde, abrangendo desde a recepção até a área técnica e especializada. Isso tem me chamado muito a atenção!!!

Vivemos num mundo onde a tecnologia está incorporada em praticamente todas as áreas do conhecimento. Ela tem nos ajudado a chegar em longínquos locais do espaço, a explorar as profundezas da Terra e de nossos oceanos, a nos comunicar pelos quatro cantos do mundo, em tempo real e com qualidade de imagem e de som. E nesse mundo com tecnologia avançada, vejo que precisamos treinar as pessoas a serem mais humanas, gentis, amigas, solidárias! Que contradição, não acham!

O ambiente da área da saúde envolve o contato com pessoas. Pacientes, médicos, acompanhantes, colegas de trabalho. Trabalhar nesse tipo de atividade envolve sobretudo, gostar de gente.

Nesse tipo de ambiente, uma recepção que recebe pais, crianças, avós, é inimaginável não ter um atendimento que envolva um sorriso, pessoas simpáticas e preocupadas com o bem estar, que não abordem esse atendimento cumprimentando as pessoas com um cordial bom dia, boa tarde, boa noite, agradecendo alguma atitude do paciente, do colega de trabalho.

Da mesma maneira ao receber o paciente, o atendente que pode ser o médico, o enfermeiro, a recepcionista, dentro do possível dar um aperto de mão, oferecer um copo de água, dar um lenço de papel para enxugar uma lágrima!

O contexto desse ambiente humanizado pede que durante o diálogo, que pode ser formal ou informal, perguntar se a pessoa precisa de uma ajuda, se algo pode ser feito. Esse ato de “estar disponível”, traz como consequência uma gratidão enorme do indivíduo.

Não deve ser esquecido que essa pessoa pode estar fragilizada, carente, e esse simples ato de solidariedade, de “ocupar o lugar do outro, estar no lugar do outro” faz uma tremenda diferença!

Muitos pensam que o ambiente hospitalar é somente uma local onde é receitado medicamentos homeopáticos ou alopáticos, mas “essas doses de “carinho e preocupação com o outro” também é um medicamento de extrema importância, ajuda a curar as dores emocionais.

Penso que o profissional antes de escolher em qual formação deve seguir, deve fazer uma avaliação de seu grau de humanidade. Se a avaliação for somente focada nas habilidades técnicas, no retorno financeiro que a profissão pode oferecer, e de certa forma negligenciar essa possibilidade que a habilidade humana pode oferecer, o profissional não deve escolher a área da saúde para trabalhar!

Deve buscar as tradicionais carreiras das ciências exatas, tecnologias e finanças, onde o êxito pode ser muito maior, e o contato humano não é tão intenso. Dessa forma poderá dedicar-se ao seu laptop, celular, ou tablet, o tempo que for necessário, sem precisar interagir com humanos de carne e osso, emoções e dores, das quais pouco se interessa ou pouco se abala. Trabalhar na área da saúde significa ser apaixonado por gente, companheiro na dor e no sorriso, apoiar, incentivar, dar esperança, afeto e ser solidário.

Penso que por mais tecnologia que a área da saúde incorpore, o que fará diferença mesmo é o atendimento humanizado, personalizado, diferenciado, centrado na pessoa e na busca por soluções que envolvam a capacidade que os homens tem de criar um mundo melhor.

Professor Arnaldo Pereira dos Santos

Psicólogo e Coach

ENTREVISTA DE SELEÇÃO: AUMENTE SUA CHANCE DE SER CONTRATADO

Você está preparado para realizar a entrevista de seleção para a vaga que tanto deseja ocupar?

O período está favorável para que os selecionadores te chamem para a realização de uma entrevista!

Estamos no mês de outubro e as empresas estão contratando por diversos motivos e  como você já encaminhou diversos currículos, pode logo ser uma das pessoas chamadas para o processo seletivo.

Por que o mês de outubro tem esse aumento de oportunidades de emprego?

Podemos considerar vários motivos que levam a empresa a buscar novos profissionais para seu quadro de pessoal. Vou citar alguns:

– O aumento do movimento nas lojas em razão da aproximação das Festas de Fim de Ano;

– A consolidação do planejamento das empresas para o ano de 2020

– Preenchimento das vagas de seus Programas de Estágio e Programa de Trainée

– A evolução tecnológica, que trará às empresas uma transformação na forma de trabalhar. Surge a necessidade de formar equipes que serão treinadas e capacitadas a trabalhar com as novas tecnologias

– Movimentação no quadro gerencial das empresas, em razão da aposentadoria de peças estratégicas da empresa

Você vai querer ficar de fora dessa oportunidade de participar ativamente de entrevistas e demais etapas dos processos seletivos que estão abertos nesse período?

Talvez você pense agora:  “ Mas não fui chamado para entrevistas, o que devo fazer?”

Como você sabe, para ser chamado para uma entrevista, seu currículo precisa ser selecionado, ou seu nome indicado a uma vaga.

Acontecendo essa inclusão no processo seletivo, imediatamente a área de Recursos Humanos entrará em contato e agendará com você a data de uma entrevista. Com a entrevista agendada você começa a focar suas energias no bom desempenho nessa entrevista.

São dezenas de dicas e sugestões que poderia te dar, mas vou escolher algumas que podem te dar uma boa ajuda:

– Pesquise o maior número de informações sobre a empresa. Acesse o site dela e verifique sua história, a Missão, Visão, Valores, quais os principais produtos, os principais concorrentes.

Acesse também as Redes Sociais dela para verificar qual a visibilidade da marca, se é uma empresa que tem problemas com clientes, enfim, informações úteis sobre ela.

– Repasse todos os pontos do seu currículo. Foque nas principais informações profissionais.

– Relembre como foi seu processo de desligamento das empresas anteriores, nome dos ex-chefes, telefone do RH. Independente do que você falar eles consultarão suas referências profissionais nas empresas anteriores.

– Não deixe de revisar cada uma das principais tarefas, equipamentos e rotinas que executou nas empresas anteriores. Você em algum momento da entrevista precisará responder perguntas técnicas e comportamentais sobre esse tema no processo seletivo.

– Como você está no item Formação profissional, cursos, desenvolvimento profissional? Esse item poderá ter perguntas sobre quanto tempo você tem dedicado a se atualizar em sua profissão, vez que num mercado dinâmico e de atualização constante, suas respostas podem ser decisivas para sua escolha no processo seletivo.

– Objetivo profissional, qual é o seu objetivo?

Essa questão poderá te alinhar com a vaga que está concorrendo ou eliminá-lo. Pense onde quer chegar, quais recursos tem para atingir esse objetivo e o que tem realizado que tem te deixado mais perto dele. Esse fator bem explicado, esclarecido e abordado pode encantar o selecionador ou descartá-lo das próximas etapas!

Cheguei na empresa e estou aguardando ser chamado para a entrevista. E agora?

A dica que dou é simples: cuidado com a ansiedade, ela pode ser sua sabotadora. A ansiedade fora do controle pode te desestabilizar e levar por terra todo preparo anterior e a entrevista, ter um resultado abaixo do que você esperava.

Pode surgir também um certo estresse, que associado a ansiedade pode te deixar nervoso, com o coração acelerado e a mão suada. Procure controlar-se, pensar em coisas positivas e agradáveis para tranquilizar-se.

Me chamaram, e agora? Já senti que fiquei vermelho e tenso. O que fazer?

O primeiro contato com o selecionador deve ser com cordialidade, educação e simpatia. Durante a entrevista preste o máximo de atenção nas perguntas feitas, nas explicações sobre a vaga, na apresentação da empresa e da vaga que está concorrendo.

Procure expressar tranquilidade na sua voz, nas suas expressões corporais e faciais. Preste atenção no estilo do selecionador, se ele está disponível para conversar, dialogar, debater sobre determinados assuntos, ou pelo contrário está objetivo, prático e seco em suas colocações.

Essas observações conduzirão sua interação durante a entrevista, podendo ocorrer inclusive o fenômeno do “rapport” que é uma espécie de sintonia entre selecionador e candidato.

Durante a entrevista, como me comportar?

Todas essas observações mostrarão como deve ser sua postura e comportamento durante a entrevista. Determinará inclusive como ocorrerá sua comunicação. Se será clara, objetiva, segura, explorando todo seu conhecimento, maturidade e capacidade profissional.

Complicado num é?

Você esperou tanto por essa oportunidade e agora que chegou tem tanta coisa para fazer, para preparar, para estudar!!!!!!

É assim mesmo!!!!

Atualmente as vagas de emprego são concorridas. Tem processo seletivo que tem cerca de 40 candidatos por vaga, é mais concorrido do que muitos vestibulares de universidades de ponta espalhadas pelo pais.

Por isso você não pode ser apenas mais um que participará de entrevistas, dinâmicas ou provas! Tem que sem “o candidato”, focado, preparado, equilibrado, que trará segurança ao selecionador, convicção de que você pode fazer a diferença na empresa que o contratar. Que vale a pena o selecionador aprová-lo para outras etapas do processo seletivo, recomendar a sua contratação.

Te desejo sucesso, se alguma dúvida persistir, desejar fazer um comentário ou dar um depoimento sobre a entrevista que participou, mantenha contato.

 

Professor Arnaldo Pereira dos Santos

Psicólogo e Coach de Carreira

 

Desenvolvimento Profissional – Dicas e Orientações

Arnaldo Santos

Durante minha carreira profissional passei por vários desafios e situações que provocaram meu crescimento profissional. Em muitas delas fiz uso de pedido de ajuda para escutar um conselho de uma pessoa mais experiente e madura para dar uma opinião sobre qual caminho seguir, qual decisão tomar.

Desde cedo ocupei postos de liderança, com 21 anos já era encarregado de departamento pessoal. Comandava uma equipe de 4 profissionais e assumir essa responsabilidade fez toda diferença para eu desenvolver competências como relacionamento interpessoal e inteligência emocional. Na época fazia faculdade de administração e a rotina de minha vida era bem intensa.

O tempo passou, fiz duas transições de carreira, sempre com o apoio de profissionais que já tinham passado por situações bem semelhantes à minha.

Como foi boa a ajuda que essas pessoas me deram!!!!! Seja em reuniões, bate-papos informais ou em situações delicadas, o apoio foi fantástico. Sou muito grato a elas!!!

Atualmente como professor procuro devolver um pouco do que recebi de apoio e auxílio me colocando a disposição de meus alunos. Vejo que esse momento da vida deles é muito importante, como foi o meu momento, há 30 anos atrás! Quando um deles vem e me pede uma ajuda para entender ou resolver uma situação no trabalho, não penso duas vezes em ajudar, opinar, esclarecer suas dúvidas e angústias.

Tenho recebido questionamento deles sobre carreira, relacionamento interpessoal, conflitos. Ouço atentamente o relato deles, e apoiado na minha experiencia de aproximadamente 35 anos trabalhando com pessoas e organizações, faço uso da ética e do bom senso, dou minha opinião e conselho.

Atualmente, beirando a nova década, passamos por um momento diferente. A visão de mundo precisa estar sempre atualizada, moderna, para aconselhar. E eu ao aconselhar percebo que eles escutam atentamente, olhar fixo, silêncio filosofal e, ao final, debatem, dialogam e agradecem. Que sensação maravilhosa!  Não tem dinheiro que pague esse momento tão especial!

Dias depois, quando coloca em prática o conselho dado e vem me contar os resultados conquistados, fico mais feliz ainda.

É um feedback sincero, espontâneo e de gratidão. Você não sabe o quanto é gratificante, como fico feliz e emocionado, mesmo com 35 anos de estrada no mundo organizacional! É indescritível.

De dois anos para cá também ofereço aconselhamento virtual, para a Rede Social Linkedin.

Posso te afirmar que tem sido uma excelente experiência, pois os assuntos abordados e os conselhos pedidos são dos mais variados perfis profissionais. Empreendedores, estagiários, profissionais liberais, líderes, com dúvidas de desenvolvimento de carreira, aplicação de tecnologias no ambiente de trabalho, ferramentas de qualidade e produtividade. Muito bom dialogar com os membros do Linkedin e contribuir para seu crescimento profissional.

Alguns dos conselhos virtuais continuaram em ferramentas como Whatssap, Skype, Zoom e até mesmo em encontros e reuniões presenciais, acompanhados de um delicioso bate-papo e saboroso café!!!!!

Posso afirmar que ter a oportunidade compartilhar um pouco de minhas experiências, conhecimentos, opiniões e de conhecer vocês pessoalmente, me proporciona uma satisfação imensa.

Enfim meus leitores, amigos, alunos e demais pessoas que compartilham essa leitura, poder receber durante a carreira profissional conselhos que fizeram diferença na minha vida e depois poder devolver ao universo aquilo que recebi dele é simplesmente fantástico.

Sou muito grato àqueles que me ajudaram e também aqueles que me procuraram e que confiaram em mim, na minha capacidade.

Dedico a todos vocês esse post, esse pequeno manifesto de gratidão.

Arnaldo Pereira dos Santos

Professor, Psicólogo e Mentor

 

Processos Seletivos

Está aberta a temporada de caça-talentos nas empresas! Esse período do ano muitas empresas começam a abrir vagas para completar seu quadro de fim de ano e também para estruturar novas equipes, que começarão a trabalhar em 2020.

Começará a ser muito comum os sites de empregos e os sites das empresas divulgarem suas vagas e pedir que estudantes e profissionais inscrevam-se para seus processos seletivos.

Hoje mesmo divulguei algumas vagas em minhas redes sociais, como  onde um grande banco divulga seu programa de atração de talentos.

Nesse período de inscrição é muito comum os candidatos inscreverem-se em vários processos. para aumentar as chances de participação e de contratação.

Algumas empresas chegam a ter um volume de candidatos que proporciona 200 candidatos por vaga, o que torna a concorrência similar a de vestibulares de Universidades tradicionais do Brasil.

Cabe ao candidato que tiver interesse em participar desses processos seletivos preparar-se para uma verdadeira maratona. As etapas exigem muito fôlego e preparo, pois não envolvem somente a capacidade direta com o cargo que ocupará, mas também conhecimentos gerais, inteligência emocional, raciocínio lógico, proficiência em um idioma adicional, habilidade com informática, redes sociais e gravação de vídeo de apresentação. Passando pelas etapas e afunilando o processo habilidades como liderança, trabalho em equipe e criatividade e inovação também serão avaliadas.

Toda essa “maratona” é elaborada para que o candidato escolhido esteja alinhado com os valores de empresa, preparado para enfrentar os desafios da indústria 4.0 com todo avanço tecnológico, que já está provocando expressiva mudança na forma de se trabalhar nas empresas. Com relação ao futuro dos empregos vale a pena conhecer um pouco mais essa tendência em nossa economia e buscar as novas competências exigidas e a flexibilidade necessária para estar competitivo nos processos seletivos.

E você? Como está preparado para enfrentar essa temporada de caça-talentos para o mundo corporativo?

Espero que seu preparo esteja excelente, que você seja bem sucedido e que me conte depois sua participação nos processos e quais experiências e vivências acumulou para sua carreira.

Para saber mais sobre a industria 4.0 assista meu vídeo.      clique aqui

 

ProfessorArnaldo Santos

Psicologo e Coach

 

Autoconhecimento – Você saindo do Desemprego!!!!

Já dizia a frase atribuída ao filosofo grego Tales de Mileto:

Conhece-te a ti mesmo”.

O tempo passou, estamos em plena Era do Conhecimento, da Comunicação Global, e a frase do filósofo está mais atual do que nunca!

O Autoconhecimento, uma das capacidades da teoria da inteligência emocional descrita por pelo renomado psicologo Daniel Goleman, é uma capacidade requerida de nós a cada momento, principalmente no meio organizacional.

Cabe então uma reflexão:

Será que nos conhecemos?

Somos capazes de compreender nossos limites, nosso potencial, nossas forças?

Tenho lido de alguns colegas professores e também profissionais de recursos humanos, que uma boa parte dos profissionais que estão no mercado de trabalho, buscando um novo emprego, estão em crise, estão desorientados, e quando são abordados sobre esse tema, demonstram esse conflito, essa desorientação.

São vários os sinais de “gaps” sobre o que o profissional conhece de si, o que precisaria conhecer de si.

Essas questões são escancaradas quando os selecionadores perguntam nas entrevistas realizadas nos processos seletivos:

Quais são seus pontos fortes?

Quais são seus pontos a desenvolver?

Você gosta do trabalho que vem desempenhando?

Onde você quer estar profissionalmente daqui a 5 anos?

Qual carreira deseja seguir?

O que mais gosta de fazer?

Como você pode contribuir com nossa empresa?

Porque a empresa deve contratar você?

Por vezes as respostas que se ouve são evasivas, imprecisas, confusas, e até mesmo respondem que não sabem!

Outro indício importante de que precisamos cada vez mais buscar o autoconhecimento é o crescente número de currículos considerados “fora do perfil da vaga” anunciada!

Cabe refletir:

O que leva o indivíduo a encaminhar seu currículo para uma vaga que tem pré-requisitos que ele não possui, que está fora do perfil desejado pela empresa?

Muitos responderão que é por causa da crise, do desespero! Outros dirão que as contas não esperam, que o dinheiro está acabando e que as despesas estão pressionando o indivíduo!

Eu atribuo essa questão ao indivíduo não se conhecer, não ter autoconhecimento. Uma breve reflexão mostrará que se não possuir as qualificações desejadas pela empresa, seu currículo sequer será analisado pelo selecionador responsável pela vaga.

Portanto, acredito na busca pela vaga, precisamos ter um objetivo claro, saber onde se quer chegar!

Entendo que esse objetivo claro somente será possível, se sabermos o que queremos profissionalmente. A partir dessa reflexão, avaliar nossas competências, nossas experiências, nossos comportamentos!

Dessa reflexão surgirá uma pessoa melhor, que nos tornará um profissional melhor, mais consciente, mais focado, que direcionará suas energias, seus esforços para seus objetivos, sonhos e metas!

Certamente colheremos resultados muito melhores nas entrevistas de emprego, e o tão sonhado e desejado emprego será conquistado!!!!!

Vamos refletir sobre isso!

Que tal começar já!!!!!????

 

Arnaldo Pereira dos Santos

Psicólogo e Professor da Disciplina Gestão de Recursos Humanos